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Nos, we. O Arthur, com a experiência internacional! Nessa noite, as estrelas pareciam brilhar mais do que o costume. Na primeira frase, o pronome relativo onde, que se refere à casa, funciona como adjunto adverbial de lugar e NÓS, como sujeito. Isso mesmo: do avô. Se você faz o trabalho você tem que ser remunerado.

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O Poder Executivo, tendo em vista a capacklade financeiro. O Projeto de! Artigo Artigo 22". O Orçamento de investimentos pr-evisto na Lei Orgânica do Município deta.

Seguridade Social, bem corno do conjun10 dos 02 doi! As despesas com pessoal do. Entendem-se como Receitas Correntes Liquidas para efeitos de li mites do presente artigo, o somatório das Receitas Correntes da Ad. Lei Compl. V - Subsidio dos Vereadores; V] - Outra.

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O s v0;lores dos Con1nuos de Tetcelri2:açdo de Mao d e Obro que se. Fica a. O;, pra,cos pa,ra a p. Fica ved! O Poder Executivo repa. As alterações decorrentes da abertura. Efetuar com estrira observli. Silo vedados quaisquer procedimentos no âmbito do sistema. Como a contrataçilo por tempo delernlinado para sup i,: essencial nece:s. Artigo 34". Ínlll e oficiais de fomento. LPlO Attlgo 2?

A estio:rultivo. Artigo 28G, O Preleito Mu. Ir - Prioriz. Artigo 29". Artigo 30". A Lei O. NO PRI! P31ronnl Suplcmentilr. Plano dc,Amort. Outros Benéffo! Saklo Final do Aumen. S LRF, llrt.

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PI SEC. E OIV. E REC. Urbanismo lnf IA L Admím1raçiio Geral Tr:r,slerencia de Ree. D GUA. OE V:E! Wl laEll! Eduçoçllo :E -Ílli Oulras Tran,:!.. Ens ino Fund Tr.

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CNPJ : I e noa lermoa dO Art. Regislre-ae am livro próprio. G tiinoete do Prefeito Municipal. Ilha Grande - PI. Ilha Granc:lo-. PI Ata de ntunero :z:ao um de. Objeto: O pre. Cl'R CPF, 4 Grande I Piauí. Pinheiro Machado. Data da As. SOUSA, oom es,e. A ao pcriodo O P'Rll! Estodo do Plour. J sanciono o seguinte lei. M elo Ambiente e Turlsrrio, o cargo de Assessor Especial. Bom Jesus PI , 09 de julho de O , com capacid2dc par:a 7 Sde lugues.

Bom Jcsus PI , 09 de julho de CollUlllo: Modalidade: Pregilo Objelo: AqllÍlliçio de. Valor RS Assinatura: 03Ml8. Recurso: fpm, pnae, fmll, ftne, icins, finas, cofiunciament. IK"' afixiiçlo. CNl'J N'. St'leial de Aoi5io de Abmc. A Commtfo PermaJUnk de l. C,mtro, Assimçd'o do PlawlPI. I NPJ: Joaquim Vlc:enta Santana - ahl -e. PJ, - PI, 02 de maio de Data: 28 de junho de Barra D rAlcântara-PI, 02 de julho de J MF' OI.

Cuecte,, 11 Cl'.. Francisco M. Contratual Consensual, em 02 duas vias de Igual teor e forma, assinado pelas partes e por 02 duas testemunhas, ao final idel1lifica. Ficando aa categorias a serem eleitas conforme aquelas efetivamente presentes no evento.

Numerado, registrado e publicado o presente Decreto aos nove dias, do mês de julho do ano de dois mi. O Ple! J: De- se Ci. Pl, 09 de Julho de Lei Ja 11! S 9J,3J Nc,,,om,, e Uf,o rea:io e tru,ta e. Mlla DOU. UI e VNO. Valor ota. GnJà ,e dài31 TCOll e oitenta o oito centin:i;. I Secviç,o de Revi:4o de Si!! De Sistema d a Nolcboak Silllcma. Vab u;,ta. Rr:,lc;, Fu!

S ;00 CGitl. Rolo Ptcuor BroOlu M. VUOI' tolal uo;ituio: ll2. V,alw u. S 24,6ó ViDle e qu. J W o lrinfà. Valor unituio: IU ,00 Quinbcnto. CNPJ : l 7. Presidente Vargas, - entro CEP: Lei l0. Lei 8. Considerando que o referido procedi menio licitatório observou o principie, constitucional da.

JETO - conuar. Jullyvan Mendes de Mesquita-Prefeito Municipal. Santa Isabel, Teresina, Estado do, Piauí. Valor Global do Contrato: R. Vigência: 90 noventa dias.

Ul- C. Capoeira, Judô, Lu1a. Conslder11ndo a necessidade do objeto a ser contrntado; Considerando que o referido procedimenlo lícitatório observou o pnnc1p10 constitu. Siío Pedro do Piauí - PI, 04 de junho de Foi em toda a sua 1r8mita9'10 atendida â legislaç!! Gandido Mendes. MA DE M. CNPJ N" Olme proposta anexa, no vabr de RS 7. Foi em llJoo a sua lr! Encaminhamos a V.

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I Tct'i'í"M' Aditivo. P'-" que PJQdw:. O uzrnt. Cristallm d. Lho Ih! OinbüócJnt1,nii l!! C:r t ,. ES JA. Bairro CC! C"-'1Jlhl:ndi11 dn Piau:f,-,PI. M dfflomj nilidos;. Artigo 2o, - O créd. Nffl juta. Í:mnam o presenle ins.

Tl'lllnal Raa:nm. Z" Esta Lei entra em vigor na data. Floriano PI , 28 de març. I par! AA Wlle i. NTO v. TOS, I. TlVO N" FIO 4 t. Nomear a Senh. Secretaria Muni. Gabinete da SccrctAria. MY : U7Sfl'89 RI. Inciso VI,. RetcaçAo de Extrato de Contrato referente a. CP'Pl MF : Senhor Gerente, Ao cumpriment. Uo, venho por meio deste, comunicar Vos. Logo em seguida foram exp! Rldas as receitas e despesas arrecadadas no primeiro quadrimestre de. Geral do Municlpio o Sr.

O Controladoi; Geral encerrou. Nada mais havendo a tratar, foi lavrado a presente ata. Abrir contas de depósito; Autorizar cobran. Juls Correia-PI e o art. Juis Correia com a primazia de chamar o sucessor na lista classifi. Documento de Identidade de reconhecimento nacional, que contenha. Nlo possuo bens e valores a declarar. Possuo bens e valores a declarar, c. Humanos, sem projulzo das suas atrtbul çoes loeg. CARGO: 0. Titulo de Eleitor e comprovante de estar em dia com a Justiça Eleitoral; 2.

Certificado de Rese,vista, para os candidatos do sexo masculino; 2. Documento de Identidade de reconheoimento nacional, que contenha fotografia; 2.

Para o cargo de Professor. Dado para contato: n. Tenno de interesse no Cargo preenchido e assinado modelo anexo 11 ; 8. Laudo Otoninolaringol.

Somente para o cargo de professor. Bairro Centro. Marcolàndla PI , 09 de Julho de 2. E, En1idadc Executam respon.. O E-0itaJ completo contendo toda. A déólha doa mconbros citados no artigo 7" ,cri feita alra"t,J da A ssernbleio, eoo. A 11 Asscmbl. É uma sociedade que sai driblando o que é conveniente para ela. Eu acho que é difícel viver nesta sociedade, mas nós também vamos driblando!

Carta aberta aos músicos e artistas

Vamos fazer um breve relato de suas atuações na luta pelo teatro alternativo. Era um sucesso! A boate Misty, também acreditou na proposta dos artistas. É sempre assim! Mas o teatro era muito vivo! Coragem e ousadia faziam o teatro alternativo forte, com uma linguagem pulsante digna do Recife e de Olinda. Nós viemos agora do V Festival de Teatro de Rua e a grande grita é realmente a falta de verbas para desenvolver trabalhos nas comunidades.

Para Irineu, a falta de verba é muito maior, que qualquer coisa positiva que se possa falar. Cada um fazia sua parte, sem se preocupar com o grupo, porque o que deu muita força ao teatro pernambucano e ninguém pode negar, foram os grupos que se juntavam, numa grande quantidade de pessoas, que pensavam e trabalhavam. Para o teatro é a mesma coisa. Acho que deveria ser um processo inverso: ter uma pessoa circulando nesses locais, nessas cidades, procurando conhecer os grupos e aí se estaria fazendo um apoio realmente direto à cultura.

Agora existem promessas mais substanciais para ver esse nosso sonho realizado. A gente sabe que Olinda é muito carente de espaço. Tudo isso começou daí. Quando tentamos voltar para fazer alguma coisa, houve muita barreira, eu acho que tinham medo, existia muito medo de se mexer ali.

E o que aconteceu? Apenas uma troca de móveis de um lugar para o outro. Agora, se você faz um grande chamamento, aparece muita gente disposta a participar, a trabalhar, a arregaçar as mangas e fazer. Usar a casa das pessoas, para estar se reunindo com o grupo! Ficamos sem condições físicas para desenvolver esse tipo de trabalho.

E estar cobrando é importante! Capital Brasileira da Cultura trate o teatro dessa forma! E todas elas têm que ter liberdade para se expressar e fazer com que sua cara e suas idéias sejam conhecidas e reconhecidas. Como sempre,nossos agradecimentos aos convidados e equipe técnica. Para Miguel Farias, é difícil discutir um tema dessa natureza, haja vista a. Como uma tatuagem.

'Tamo Junto'. Xand Avião e Safadão cantam juntos em novo projeto. Baixe o primeiro show!

É poeta e edita em parceria com Sennor Ramos a Interpoética. Publicou Restos do fim ; O cavaleiro da epifania ; Cântaro e Gume Foi uma das coordenadoras do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco. E talvez esse seja justamente um dos destaques no trabalho da escritora.

As personagens tornam-se críveis por serem pessoas comuns, em situações prosaicas, muitas delas envolvendo o sexo, que acaba surgindo nos poemas de como algo natural e bastante pessoal em cada uma das identidades. Um campo da literatura que se interrelaciona com diversos gêneros. Segundo a pesquisadora Eliane Robert Moraes, estudiosa do assunto e autora de Sade — A felicidade libertina, em entrevista à Livraria Cultura News de março de , existem obras que enfocam o universo, as pessoas e os sentimentos, a partir do sexo.

No século 16, portanto na modernidade, surge no Ocidente um tipo específico de literatura que fornece as convenções do erotismo moderno.

A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais , de Mikhail Bakhtin, rechaça a norma unívoca e a rigidez dos padrões e estilos. Depois das revoluções burguesas na Europa, o erotismo passa a ser mais clandestino. No século 20, com o esgarçamento do modelo burguês, ocorre uma nova virada. E descem Amar você assim. Bom encontrar uma poeta como a Vera, que declama poesias com sua voz especial e seu cantar que transpira o que você puder imaginar.

Salve Vera! Garanto que procurei um texto especial, na internet, para falar do Ivan Almeida. Tem um sorriso franco e consegue fazer que olhemos para ele, sempre esperando uma mensagem de bom augurio que palavra estranha!

Ivan é o poeta do amor, o poeta dependente do amor, reconhecidamente dependente da mulher, declaradamente um poeta que canta e doa sua alma para a mulher. Esse Miró, esse nome nobre Pois imaginem as senhoras ladies e os senhores gentlemen que ele é um poeta que jamais entrou na universidade. Quanto mais claros, mais poetas.

Quanto mais escuros, mais trabalhadores braçais, ou, se forem artistas, mais jogadores de futebol. Pero a melhor surpresa de Miró vem da sua poesia. Acompanhem-nos, por favor, assim como o acompanhamos esta semana em um auditório. Com alguns câmbios. Mas sem microfone. Ele acrescenta caretas, esbugalha os olhos, fecha-os, e aponta os seus versos com um dedo contra a assistência. Como um Tio Sam invertido, que em vez de conclamar um alistamento, nos enfiasse a realidade cara a dentro: - Tomem poesia, seus filhos da puta!

De rir, de gargalhar. Miró fala de um mundo abaixo do nível do auditório. O primeiro elemento cômico é que a miséria é cômica.

Caralho, esse cara é do peru! E Norma beija um outro, mirem o detalhe, na boca! Menos, por favor, você é demais, cara! O poeta gira em torno da assistência. A sua arma, a sua graça e cômico é a verdade. Aquelas coisas mínimas, constrangedoras, que nem às paredes confessamos, ele, como um novo louco, arrebenta de si. Mais do que escrever por vezes transcreve.

Curioso perguntei, como assim? Nós, os cultos. Nós, os que, se algum dia fomos dessa desgraça, bem que a superamos. Nós, os de outro mundo. Nós, os limpos, cleans e educados. Da sua pessoa. Basta uma sensibilidade.

Ivan Almeida Ivan é o poeta do amor, o poeta dependente do amor, reconhecidamente dependente da mulher, declaradamente um poeta que canta e doa sua alma para a mulher. As crianças criam para si, brincando, o pequeno mundo próprio. Pelo menos é nisso que a Banda aposta.

A idéia de juventude foi inventada pela sociedade moderna. Por que é importante dizer isso? Por exemplo, esse é um período em que se adquire habilidade e competência na escola, no mundo do trabalho. Jovem é jovem, seja ele quem for, de onde venha, o que faça Para isso Foram batizados de Udigrudi.

A irreverência das letras e a ousadia da juventude permanecem. Washington Só câmeras Bastidores é assim mesmo. É um Coletivo Criativo-Construtivo? Buscam refletir e direcionar suas ações para a estética do "Enfrentamento do Horror na Arte" a partir da leitura da obra de Alberto Lins Caldas e outros. Promove, também, a reciclagem periódica dos seus mestres, com vistas à melhoria da qualidade de ensino. Por causa disso, os blogs interconectados criaram sua própria cultura. O termo "blogosfera" pode ser qualificado.

Pode-se falar da "blogosfera lusófona", da "blogosfera de esquerda" etc. Conhecido na Internet hispânica como o criador e editor de wwwhatsnew. Especializado no mundo de Internet. Na PoolDigital? Aqui eu só sinto frio qualquer lugar é vazio durmo tarde e acordo cedo quando saio a trabalhar, eu num sei se vou voltar vivo sempre com esse medo! É esta a pura verdade deste meu novo endereço. Nem português direito eu sei falar! E as gírias, que costumam inventar? Uma nova mania que eu acho uma tristeza!

Do meu tempo de criança, trago ainda na lembrança o oi, oxente, vige, avia, isto sim, que é português! Eu quero é me comunicar de uma forma decente quero que o interlocutor, me entenda quando eu digo: por favor! Esse tal de inglês que vocês às vezes usam, eu mesmo nem me meto, língua e beiço travam! Mas querer falar inglês, usar termos em francês, bonjur, merci, aurrevoar, usar vícios de linguagem, essas gírias, essas bobagens, ta dana home, vai te lascar!

Ó meu bispo, deixe disto! Como leigo, Miguel perguntou se o repentista e o cordelista eram diferentes. Foi um suicídio. Agora, querem que exista iniciativa privada? Abram os bolsos e liberem o investimento. Acaba sendo privilegiados, quase sempre, artistas de grande porte, dada a facilidade de retorno comercial imediato para as empresas patrocinadoras. A cultura ficou a deriva, a mercê de tecnocratas e marqueteiros sem nenhuma responsabilidade social, cultural e artística.

Sobravam uns restos por aí que dava para ir segurando. Migalhas, sem duvida, mas havia dinheiro e a cadeia produtiva funcionava. O Rock in Rio foi uma porrada para as bandas nacionais.

Agora ficou impossível. Resta saber se queremos o tal Estado indutor ou agencias reguladoras para o mercado e a cultura:. Na boa, seguindo esse raciocinio, deveriam dar Rs1 um real para cada artsita e eles que se virem. Como faz pro dinheiro chegar mais diretamente aos artistas? Escolhe uns que sejam incrivelmente superiores que os outrso? Qual o critério? Tem festival de todo jeito. Que seria dos artistas se nnao tivessem um monte de gente se mexendo por eles. Todos tem que ganhar o seu.

Na real é o seguinte, tem muito mais artista que espaço pra eles. Se todas as radios resolvessem tocar todos os artistas, nao haveria espaco nas 24 horas do dia para isso, nem papel para os jornais e revistas, nem palco disponivel. E nunca esqueçamos, cada um tem que fazer por merecer. Ninguém tem mais ou menos do que merece. O governo? A iniciativa privada que tem interesses terciarios na area? Podem ser aristas nacionais ou internacionais. Seguindo qual critério? E assim vai, né? Acho que se o evento é patrocinado, vale cobrar que os artistas recebam a sua fatia sim.

Enquanto isso continuam isoladamente negociando no varejo. Isso é o conhecimento advindo da pratica, da realidade. Conversar faz bem pra todo mundo. Dependem do mesmo meio pra sobreviverem. Ah… um bom exemplo dos caminhos a serem seguidos hoje é o do China que, junto ao Mombojó, tem o Del Rey, uma empreitada de sucesso que permite aliviar a necessidade de forçar sua carreira em prol da subsistencia. É por aí mesmo. Legal, né? Se você deixar ali a estrutura toda e tirar as bandas, o que sobra?

Agora, se você tirar a estrutura toda e colocar uma banda tocando numa praça com um gerador de eletricidade, o que sobra? Acaba ficando com um cheiro meio disso o negócio. Ninguem é obrigado a participar de festival ou desse circuito.

E conheço gente que nem tenta, e se vira muito bem mesmo assim. Quer grana?

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Problema seu. Monte uma igual! É por isso que tem gente que reclama mais e gente que realiza mais. Esse quadro que eu pintei vale para qualquer atividade. Nunca vi ninguém ter dó de jornalista porque ele ganha pouco ou faz hora extra de graça para grande jornal. Aí que entram os produtores locais, a midia em geral, tradicional ou independente, os designers que fazem os posters os assessores de imprensa que correm atras. Entra a vontade de fazer acontecer, de levar prejuízo na hora de pagar o cache,,,PQ?

Acho que nenhuma banda quer arrumar uma grana preta em um festival, mas também nao quer sair no prejuízo. Somente isso. Paguem o cache da banda! Todo mundo ganha, todo mundo fica feliz. Mas o escudinho da arte sempre funciona, né? Pra mim, a grande burrice é reclamar sem meta, sem propor nada. Zé Flavio, ganhar pouco é uma coisa, ganhar nada é outra. Sem ofensas pessoais, apenas curiosidade.

Ilumine-me por favor. Eles escolhem bandas que eles proprios gostam e acham merecedoras de estar nos festivais.

Isso é justo? Outro ponto que gostaria de ressaltar é a cobrança de ingressos para os festivais. Que negócio espetacular, hein!!! Que ver neguinho fazer festival com dinheiro do próprio bolso e ainda lucrar com isso..

O dia que isso acontecer eu vou aplaudir. Por enquanto, apenas gostaria que os festivais apresentassem sua contas publicamente. Gostaria de saber se ele paga do próprio bolso a passagem pro Goiania Noise? JOnathas vive em que planeta? Ainda mais sabendo que se eu oagasse cachê para todos, mínimo que fosse, sempre haveria um movimento mesmo que esciulhambado por melhores cachês nos festivais.

É sempre assim mesmo. Fazer, que é bom, nada. Isso sim ia ser legal. Todo mundo realizando por todos. Para chegar numa casa tem que estar falado no pedaco. Geralmente se inicia no cirtcuito abrindo para alguma banda amiga mais cinhecida ou se vem elogiado pela imprensa. Para chegar aos festivais o processo é bem parecido, chegando a cruzar. Internet ajuda muito no processo e precisa ser bem usada.

Até a sorte entra no jogo. Muito mais liberdade e disponibilidade de meios para realizar e divulgar seu trabalho. Junto a isso muito mais responsabilidade. Neguinho fica numas de celebrity show, bbb essas porras.. Mundo real é outra coisa.

Tudo tem peso e medida. E se o mundo hoje ta cheio de musica boa, ta empestada das piores coisas de todos os tempos. To certo ou to errado? Parabéns ao Parahyba pelo texto elucidativo e ao Marcelo por ceder o espaço. Quem disse que artista ou qualquer ser vivo merece privilégios?

Sempre vai haver espaço para gente talentosa. Lemmy era roadie e montou uma das bandas mais foderosas da história. Mas quem gosta de regras? A realidade é essa. O sistema econômico é esse: oferta e demanda. Se ninguém te quer, de quem é a culpa?

Estamos falando da diferença entre zero e alguma coisa. O resultado dessa conta é o infinito. Normalmente pagaram por ISSO. Organizei dois festivais de pequeno porte no ano passado, sob a marca do meu selo virtual a Sinewave. Duas edições, dois dias cada, três bandas por dia.

Combinamos com as bandas de dividir a nossa parte da grana do ingresso igualmente entre selo e bandas. Elas toparam e ficaram felizaças com o convite, mesmo sabendo que o cachê seria simbólico.

Basta um pouco de grana, boa vontade, um lugar com estrutura pronta e as bandas. Se eu fiz, qualquer um faz.

Todas as bandas entraram pela causa — incluindo aí o Macaco Bong, que nos deu uma puta aula de humildade. Porque eu acho que elas mereciam aquele dinheiro mais do que eu. É o mínimo. Mandou bem demais o Elson com seu depoimento e com sua atitude de parceria com as bandas. É issae. Imagina numa estrutura gigante. Eu vou até parar de falar antes que eles parem de fazer festival. Aí fode tudo de vez. Isso é que é nobreza, hein!

O próprio Abril pro Rock remunera do artista à tia da faxina, por exemplo. Quem dera fosse uma regra…. Isso é nivelar todas as bandas como um trabalho de adolescente querendo pegar mulher e brincar de rockstar ou melhor, pobrestar.

Ah, faça-me o favor….. Querem que a gente contribua com mais o quê? Uma força para pagar o P. Tinha grana para tudo menos para a fotógrafa. Virou moda isso. Todo mundo merece ganhar mas artista vive de créditos. É foda sim planejar por meses e fazer virar um evento.

Tô falando de gente que se arriscava de verdade e sabe? Até outro dia era privilégio de diretor artistico fazer uso de dinheiro deste porte. Também esta mais dificil, existe muito mais gente se aplicando para ser artista e isto gera a tal oferta maior que a demanda, até chegar ao ponto, de pagar para aparecer. Quem quer piso acaba ganhando teto… 2 É dificil para qualquer um imaginar o custo da infraestrutura que nos rodeia e que aparentemente é paga, regiamente paga enquanto eu tenho de me virar para sobreviver.

Portanto, esta melhorando e apoio todos os que dizem isto. Menos, bem menos nas criticas a eles. Voltando ao inicio, cobrem seus cachets, é simples. E fiquemos de olho porque isto é saudavel, ajuda a manter na linha. O Estado faz parte do show business. Na resposta se notava um nervosismo daqueles que vemos ao questionar esquemas excludentes, que beneficiam poucos com muito dinhero.

Alguns argumentos do rapaz até que faziam sentido de uma maneira deturpada da realidade colocada. Aí que a coisa piora, só um discurso furado de que todos os festivais da Abrafin pagam cachê e custos. O que é uma grande mentira, basta lermos a entrevista do Rómulo Fróes aqui no Scream Yell, transcrevo o trecho:. Basicamente era um cachorro quente e um translado. Pra mim fica claro que existe uma grande maracutaia nisso tudo.

E acho que a coisa fede mais ainda com o Fora do Eixo, uma grande politicagem. O que vemos hoje é todos trabalhando para alguns, enquanto o correto seria todos trabalhando para todos. S: Para todos os outros, shows e festivais feitos na garra e coragem, por iniciativas individuais ou coletivas, defendo a parceria entre produtor e artista no sacrifício comum. Contanto que fique desde o começo tudo as claras. É dinheiro limpinho no bolso do dono do festival.

Puta grana. E fiz as contas por baixo. Quem trabalha de graça é relógio. Fora Lula. Viva o Pavement. Teve até curador de festival desmerecendo o trabalho portal via twitter por conta desta matéria aqui:.

E esse é o ponto. O ser humano é competitivo. O problema é que as pessoas querem comparar sem precisar o momento histórico de cada ato. O que me importa que entendam meu ponto de vista? É só vontade de ver as coisas funcionarem, fazer a cena dar mais certo. Que é bom pra todos. Até disco de graça eu produzo, quando acho que o artista merece.

E outra coisa, vai aprender a fazer conta. Se acha que com mil faz um festival pagando tudo, faz me rir. Na real, to cheio de tanta burrice. Vou parar de ler e escrever aqui.

Deviam tirar logo dos festivais. Botar só banda foda. Por sinal a banda Pedra, do Xando Zupo aí, é muito da tosca. Devia dar graças a deus por ter sido chamado pra um festival. Enchi o saco. Tomara que acabem os festivais e todos se fodam. Até o Terence ta desconfiado dos festivais que ele tanto foi e sabe muito bem como funcionam.

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Ah… podem enturmar com o Finatti também. Grande firmeza! E parece que ninguém leu o que o mestre Pena Schmidt escreveu. Sabe tudo. Ah… a banda do Bernardo, Elma, é muito boa. Minha consultoria custa caro agora. Cansei dessa conversinha eleborada e educada. Seu tôsco! Bem… substituo tosca por ruim e pretensiosa, que tal? Até mesmo escrever aqui. Vai aprender algo nessa vida.

E é até legal. Te digo, seja feliz com teu som e tua parada. Pelo contrario. Quero que todo mundo ganhe sua grana. Vou ver se dia desses consigo escrever algo decente, com paciência, onde as idéias fiquem mais claras. Ah… e antes que eu me esqueça, me deve mais Como vc quer que eu defenda isso? Vc defenderia? Simples assim. Abrimos fora. Sorte pra ti ab. Ae, Fabricio. Vendeu tudo? Entao cade a grana. E Xando ta certo em falar a parada como foi.

Tudo claro. Essa cerveja vou aceitar, pagando eu outra, dia desses em algum canto ae. Conversar por escrito é meio mala, né? O Bananada, ou outro festival, devia levar todo mundo que ta aqui nesas discussões e na do Capilé, pra gente botar tudo as claras pessoalmente.

Ia ser muito foda. Estava demorando pra esse escroque mencionar meu nome. É isso, dear. Me erra, pode ser? Isso tem que acontecer urgente!! Primeiro porque é um assunto super pertinente, depois porque, realmente por aqui algumas coisas podem ser compreendidas de forma diferente.

Miranda muito do que você escreveu tem a ver. Pô, recebo Cds de grupos novos quase toda semana, a maioria sofrível. Noises e Bananadas. E o Paulo André? Nobre: Rock Sempre! É como aquele papo igualmente xarope das bandas que ficavam citando insistentemente selos e gravadoras. Só mudou o foco, nesse ponto. Puta papo chato, como diriam em SP. E daí teremos também as bandas do Eixo ou de Fora do Fora do Eixo! Opa, deixa eu chegar junto com as minhas opiniões hehe.

Vou elencar alguns aqui e dar meus pitacos:. Se isso tudo vai dar em algum lugar? Ninguém sabe. Sou totalmente a favor dos festivais, e acho o lance todo bem bacana, mas algumas coisas deixam frestas que permitem que um monte de gente reclame. Coisas como:. Eu trabalho e recebo o meu. O Miranda trabalha e recebe o dele. O projeto todo é bacana, mas precisa atender a todos. E ai caímos no segundo item.

E entender o motivo delas terem tocado tanto em detrimento de outras. Quantas vezes o Macaco Bong tocou e quantas vezes o Wado tocou? Pra que colocar dez bandas iguais? Isso tudo bate de frente com a curadoria também. Vai dar trabalho? Provavelmente vai. Vai ser custoso? Eu o Tiago Agostini estamos entrando nessa pilha de organizar festas com bandas, e só tivemos prejuízo até agora, mas estamos fazendo isso porque, assim como o Elson, acreditamos nessas bandas.

Mas, é preciso frisar: esse é um investimento privado. E agora? Cade as gravadoras? Cade o grande mercado? Esses espaços foram criados para que o artista tenha algum espaço!! Pois é isso que retroalimenta-os! Assim como teve no Rock in Rio, como tem no Cirque du Soleil etc.

Verba municipal, estadual e possivelmente federal. Vamos nos informar, rapaziada! Nenhum evento desses sai do papel sem ajuda do governo. Acha a lei errada? Vote melhor da próxima vez. Teve ano aí que mais de bandas rodaram pelos festivais da Abrafin. Se é panela, é uma big de uma panela. Quantas vezes o Wado teve um disco eleito o melhor do ano pela Rolling Stone?

A Macaco teve um. E logo o de estreia. É pouco? O Caldo, infelizmente, em poucos. Mas banda mineira eu evito debater com mineiros no pedaço. Esse povo defende até o Jota Quest por ser da terra. Sua presença nos palcos é bissexta. É o socialismo chegando aos festivais independentes!

Eu também quero escalar! Cada festival tem seu dono. Cada dono capta recursos para levantar seu evento dentro da lei, espera-se. Acabei de voltar do Coachella: 50 bandas por dia, com pelo menos quatro tocando simultaneamente. Até porque ninguém é obrigado a ver tudo. Nem o Autoramas. Nem o Camelo. Nem sempre têm para quem apresentar as notinhas com os gastos. Eu costumo bancar parte das despesas do meu bolso. Mas cada um, cada um. Fazia porque queria. E porque achava que ele me daria algo no futuro.

Quem pediu mais uma banda? Mas abrir uma padaria pode ser uma boa quando nenhum veículo mais quiser pagar pelos meus textos. Oferta e procura. Fica a dica. O trabalho no independente é, e sempre deveria ser, como lema diz: todos trabalhando para todos! Tamo na batalha aqui em sampa tentando fazer a diferença sem baixar a cabeça.

Mesmo com as panelas e afiliadas os dos festivais. Pelo menos deixam as claras, e fim de papo, sobre esse lance das contas. Eu desafio ai qualquer produtor de festival que tenha bancado tudo para que o MB fosse tocar em cada um deles.

Vou ficar fazendo o que? Vou sentar e chorar? Esperando a hora que todo mundo tiver montado na grana pra conseguir financiar meu sonho?

E sabe pq nós entendemos isso? E falo tudo isso pq pra mim o debate perpassa esse papo chato e que fica rodando em circulos que é o cache.

Como assim de graca? O que nos move é só dinheiro? Ai o mac fala como se a unica coisa que esses produtores fazem é pegar grana de edital publico e fazer fetsival. E durante o resto do ano tem casa de show, tem evento toda semana, o grosso mesmo do dia a dia da cena cada um faz de investimento PRIVADO. Essa galera toda do rala so tem verba publica em festival o resto tudo ee grana do bolso o ano inteiro. Banda boa na opiniao de quem? Gente, como vocalista, musicista, venho dizer o seguinte: Os tempos mudaram, sim.

A bonança acabou. Daí a resposta financeira do vinha. É um investimento, sim. O valor? O valor que a banda representa. Por isso que grandes nomes ganham tanto.

Temos que pensar sempre no modelo a seguir. Tempo esse que poderíamos estar produzindo mais arte. Pensando pela arte. Um pintor pode ser só pintor, um fotógrafo, só fotógrafo, um dançarino, só um dançarino. Qualquer um que conheça um mínimo dos procedimentos sabe que os produtores desses grandes festivais superfaturam quase todas as notas fiscais que apresentam aos patrocinadores ou ao governo.

Lorena, concordo. E muitos festivias, hoje quase a maioria, paga para as bandas tocarem. É isso! A mesa vota com o relator Marcelo Costa, que evita o Fla-Flu. O assunto merece ser tratado com equilíbrio e objetividade.

Quer discordar? Discorde, mas pondere e respeite. De graça. Na raça. Os organizadores dos festivais? Pelo menos, começaram a ser questionados e até mal quistos em muitos meios sociais. E sobre os cachês: quer ganhar cachê? Desse jeito o cara só vai ficar tocando no eixo RJ-SP e de vez em quando voltar na cidade natal. Ah, sim, fora isso tem um monte de SESC por aí né? O Macaco é muito bom e tem um disco eleito o melhor do ano pela RS. É, certamente, um dos compositores mais talentosos do país.

Como disse, anteriormente, tem gente que chegou muuuuuito atrasado pra essa festa. Sirva-se a vontade! De qualquer maneira reproduzo também o trecho final e considerações sobre o caso em nossa entrevista. Concordo, vai quem quer. Zé Flavio. Para, man. No meu caso 27 anos tocando o barco. O Miranda escreveu certo citando que esse papo por posts cansa. Sorte para todos nós. Sou do Projeto S. No momento o que temos é isso. Vcs combatem tanto o esquema mainstream do Rick Bonadio.

Diversas vezes li vcs falando com deboche e ódio do Bonadio. Fui ver como o Bonadio trabalha. Ele pega 4, 5 bandas glória, fake number, strike, nxzero, fresno e junto ao seu selo Arsenal coloca sempre essas bandas para tocarem em festivais criado por ele.

Agora vamos a Monstro Discos ou Fora do Eixo: Eles pegam 4, 5 bandas macaco bong, black drawing, mini box, nevilton, caldo de piaba e através de seu selos e Abrafin colocam sempre essas bandas para tocarem em festivais criado por eles. Quem é o Darth Vader da história? Só ver a menina do mini box que teve uma puta oportunidade de entrevista na MTV e nao foi capaz de falar o nome de sua banda e sim do seu coletivo e do fora do eixo….. Você tinha onde dormir, o que comer e como ir, só achou que nada disso estava a altura dos seus padrôes.

Escrevi essas frases que você destacou como resposta a um questionamento do mano do Pedra. Até porque dei o exemplo do meu fanzine, que eu produzia e custeava quando era amador, quando estava procurando meu espaço.

Seu questionamento é tolo demais. É mais do que uma revista referendando um disco, é a voz da crítica nacional. Infelizmente, nem todo mundo conhece o conceito de democracia. Quem participa mais, realiza mais, consegue mais.