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Nada para ser explicado: apenas visto. Anna olhou para Hank. Mas as necessidades de Abel vêm inundando-o. Teria feito isso, sabendo que o homem era apenas uma vítima, que provavelmente era um bom homem. Tag contemplou Anna sem olhar nos olhos dela, e, em seguida, começou a jantar de novo.

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A dor deles era culpa dela. Todos sabiam disso. Anna lembrou a si mesma que Leo precisava ser morto — ele havia matado muitos, e permitido a morte de tantos outros. Mas, mesmo assim Anna pegou a chave e começou a mexer na fechadura, com os dedos desajeitados devido ao medo que sentia. Nenhum dos lobisomens fez qualquer movimento que indicasse impaciência, mas ela tentou se apressar, sentindo os olhos deles nas suas costas.

O que estavam pensando? Alguns estavam se lembrando do que haviam feito com ela? Respire, pensou ela, repreendendo a si mesma. Um dos homens balançou o corpo e fez um som ansioso. Era o medo dela que estava estimulando o lobo, Anna sabia. Ele devia estar falando com Boyd, porque foi Boyd que respondeu.

A mesma que Anna estava abandonando. Ela parou exatamente na entrada da porta, segurando-a aberta. Anna ouviu o típico sorriso sem humor de Boyd quando ele falou.

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Manter sua companheira era caro como os diabos. Seu olhar parou em Thomas. Anna olhou para ele também, vendo o que o Marrok viu: jeans velhos com um buraco em um joelho, tênis que haviam visto melhores dias. Os olhos de Thomas brilharam de alívio, mas ele nada disse. Bran passou pela porta, passou por Anna e começou a subir as escadas. Com Bran de costas para eles, o que ela era naquela alcateia ficou totalmente visível nos olhos deles.

Apenas tentem, disse-lhes Anna, sem usar palavras. Ela virou as costas para os dois, sem olhar para baixo — como companheira de Charles, ela supostamente era superior a todos eles. Bran esperou ao seu lado, enquanto Anna abria a porta.

Ela se afastou para que ele pudesse entrar primeiro, mostrando aos outros que ele, pelo menos, tinha seu respeito. Bran parou na porta e olhou em torno da quitinete com uma carranca. Convocado, Boyd passou por Anna, entrou na sala e franziu a testa. Olhou para Anna, caminhou até a geladeira e abriu a porta, expondo o espaço vazio no seu interior. Convidado a entrar, Thomas também passou pela porta.

Ele deu ao seu novo Alfa um sorriso de desculpas. Mas tampouco havia impedido isso. Boyd assentiu. Com os negócios do Marrok aparentemente concluídos, os outros dois lobos passaram por Anna, e George deliberadamente esbarrou nela. Anna se afastou e, por instinto, colocou os braços protetoramente em torno de si mesma.

Anna sabia, mesmo antes de o punho de George atingi-la. Ela se abaixou e esquivou-se. Em vez de um soco no estômago, levou um no ombro e virou-se por causa do impacto. Leo disse isto: nada de latim. Você se lembra. Quando percebera que ninguém mais na alcateia entendia latim, exceto Isabella, que supostamente era sua amiga, Anna passou a usar as frases como uma forma secreta de desafio.

Havia demorado algum tempo até que Leo descobrisse. Ele estava olhando para ela como se Anna fosse uma criança que havia se mostrado inesperadamente esperta. O hematoma iria desaparecer até o dia seguinte, mas por enquanto estava doendo.

Todos na minha família falavam. Ela balançou a cabeça. Mas um inseto com quem ele estava satisfeito. Bran sorriu devagar, e ela reconheceu o seu sorriso como um dos sorrisos de Charles. O sorriso de Bran sumiu, e ele olhou para Anna. O silêncio imperou enquanto todos esperavam a sua resposta. O Marrok amedrontava todos eles. E, Anna estava falando sério.

Bran inclinou a cabeça, e ela viu seus olhos mudarem levemente, reluzentes e dourados na penumbra do corredor externo. Anna esperou até que todos estivessem em seu apartamento para deixar o anonimato do corredor. Era algo estranho, como ver o presidente cortando a grama da Casa Branca ou tirando o lixo. Anna pegou o cheque e enfiou-o no bolso de suas calças.

Leo proibiu. Anna olhou em seus olhos, surpresa. Eu via como isso o deixava enojado. Boyd baixou os olhos, inclinando a cabeça para mostrar-lhe a garganta.

Com ninguém? Justin tinha grande prazer ao atormentar Thomas. Boyd inclinou a cabeça solenemente. Anna deu-lhe um aceno curto, o que pareceu satisfazê-lo. Eles haviam trazido caixas, fita adesiva e papel de embrulho, mais do que suficiente para arrumar tudo o que ela possuía. Ela estava muito introspectiva, e mantinha os olhos baixos, para si mesma.

Anna estava no banheiro quando o telefone celular de alguém tocou. Era Rashid, um dos lobos novos, que também era médico Ele parecia estar em pânico. Aparentemente, as coisas tinham mudado. Anna pegou sua caixa e encontrou Bran na porta do banheiro. Você pegou as coisas de que precisa? Bran olhou ao seu redor, e seus olhos caíram sobre Boyd. Eu confio em você para se assegurar de que tudo esteja embalado e o apartamento limpo quando saírem.

Boyd inclinou a cabeça submissamente. Oeste se reunia. E, desde que se tornara um lobisomem, aprendera a acreditar em magia. Bran balançou a cabeça. O que quer que ela fosse, porém, o filho dela também é. E isso foi tudo o que ele disse. Eles deixaram a via expressa, e Bran diminuiu a velocidade para o limite permitido.

Mas grandes pedaços de gesso haviam sido arrancados da parede em ambos os lados, revelando as barras de prata e aço que haviam sido embutidas nela. O papel de parede de dentro do quarto pendia em tiras como uma cortina, impedindo que Anna visse o interior da sala. Em frente à porta, havia três membros da alcateia em sua forma humana, todos de pé, e Anna pôde sentir o cheiro do medo deles.

Todos sabiam o que havia naquela sala — pelo menos um deles tinha visto como ele havia matado Leo, apesar de Charles ter sido baleado duas vezes com balas de prata. Pensei que ele estava melhor.

Parece que subestimei a influência de Anna. Embora sua voz fosse suave, era uma ordem. E assim a deixaram ali sozinha. Anna devia estar louca, porque imediatamente se sentiu mais segura do que se sentira o dia todo. Também precisava pegar algumas roupas para vestir até o trailer chegar a Montana. De repente ele se arremessou contra a porta. Anna hesitou, mas o lobo parara de rosnar.

Com um encolher de ombros mental, ela empurrou o ferrolho e abriu a porta. O lobo de Charles era maior do que ela se lembrava — ou talvez ele apenas parecesse maior com suas presas visíveis daquele jeito. O sangue corria do buraco de bala em sua perna esquerda e escorria para a pata.

Charles arrancara grandes pedaços de gesso de todas as quatro paredes, e também do teto. Anna assobiou ao ver os danos. Charles mancou até chegar perto dela e cheirou-a cuidadosamente. A escada rangeu, e o lobo virou-se com um rosnado, colocando-se entre ela e o intruso.

Bran sentou-se no topo da escada. E depois ele olhou para Anna. Anna sentiu seu estômago se contrair. Chicago era o seu lar. Kara iria ficar preocupada. Tenho um celular. Você pode ligar para a sua vizinha e seu Mick e explicar as coisas para eles? Anna olhou para o lobo que se colocara entre seu pai e ela para mantê-la segura. Além disso, qual era a sua alternativa? Ficar com a alcateia de Chicago?

Bran sorriu e estendeu o celular até ela. Bran estava sentado no lugar do copiloto, o que deixava os seis assentos de passageiros vazios.

Um brinquedo suave, como a roda-gigante, mas com um toque de perigo que tornava tudo mais divertido. Nem mesmo o mergulho para pousar em uma pequena faixa de terra que parecia menor do que um estacionamento do Wal-Mart havia estragado seu humor. O piloto taxiou até chegar a um hangar suficientemente grande para conter dois aviões daquele tamanho, mas a outra metade do prédio estava vazia.

Charles ainda estava se colocando entre ela e o pai. Porém, a culpa era dele.

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E veja. Charles rosnou; Bran rosnou de volta, exasperado. Bran varreu a neve para fora da porta do passageiro e segurou-a para que Anna entrasse. A caminhonete ronronou ao dar a partida, soprando ar frio na cabine. Assim que Anna se assegurou de que o motor ia continuar funcionando, deslizou para o assento do meio. Enquanto Bran falava, Charles passou por cima dela, forçando-a a se mudar para o banco do passageiro mais próximo da porta.

Ele se ajeitou entre os dois, mas, para que se encaixasse, metade do seu corpo ficou estendida sobre o colo de Anna. Se ele estava seguindo por alguma estrada, era uma enterrada sob a neve. E ela é bonita também. Mesmo que estivesse muito intimidada para dizê-lo.

O piloto riu. Mas, mesmo assim, bom trabalho, cara. E ele claramente sabia que Charles era. Anna olhou para Hank. Esse é o território do Marrok, e nós somos uma família grande e feliz. Havia sarcasmo na voz dele? O ar que soprava no rosto de Anna finalmente conseguiu aquecê-la.

Bran olhou para ela antes de olhar de volta para a estrada. Ele franziu o cenho. Ela encolheu os ombros. E os mataria, também, pensou Anna. Bran franziu o cenho novamente. Permitimos isso para a segurança dos cônjuges. Ela podia ligar para a sua família? Anna quase fez a pergunta a Bran, mas decidiu esperar e conversar com Charles. Ela ficava encostada em uma colina, e dali se avistava uma série de pastos cercados, ocupados por alguns cavalos.

Anna acenou agradecida para Bran quando ele partiu. Havia uma leve camada de neve sobre eles, embora fosse óbvio que eram frequentemente limpos. Ainda assim, para alguém vindo da cidade, parecia estranho que Charles deixasse sua casa destrancada enquanto viajava até o outro lado do país. Ela abriu a porta, e todos os pensamentos sobre fechaduras sumiram.

Tapetes persas espessos com aparência macia cobriam a parte central da sala de estar e a sala de jantar. Na parede mais distante havia uma lareira de granito, bela e ao mesmo tempo bastante usada aparentemente. A pintura a óleo de uma cachoeira cercada por uma floresta de pinheiros poderia estar pendurada em um museu, e Anna calculou que o quadro provavelmente custava mais do que ela havia ganhado em toda a sua vida.

Talvez ele também estivesse mudando de ideia. Era muito cedo; ele estava muito ferido. Pare com isso. Mas com Charles foi diferente. Anna ficou enlevada na primeira vez que a presenciara. Anna sabia que os curativos acabariam se rompendo, e também sabia que isso ia doer.

Assim, ela deslizou ao longo da parede para evitar tocar nele, e em seguida correu para a cozinha. Ela abriu as gavetas buscando freneticamente até que encontrou aquela onde Charles guardava objetos afiados e pontiagudos, incluindo um par de tesouras. Ela cortava à medida que Charles se transformava, ignorando o rosnado estrondoso enquanto forçava a lâmina sob o tecido demasiadamente apertado. Anna tremeu, percebendo que estava frio na casa.

Charles devia ter desligado o aquecimento antes de ir para Chicago. Ela olhou em volta e pegou uma pequena colcha de retalhos dobrada sobre as costas de uma cadeira de balanço.

A pele estava fina e sensível demais. Ferimentos causados por prata cicatrizavam muito mais lentamente. O kit de primeiros socorros de sua alcateia estava equipado para lidar com ferimentos causados pelas lutas mais ou menos sérias que sempre aconteciam quando todos os lobos se reuniam.

Na prateleira de baixo, ela encontrou um kit de primeiros socorros de tamanho industrial e o levou para a sala de estar. A pele geralmente morena e quente de Charles estava acinzentada, e sua mandíbula cerrada devido à dor. Seus olhos negros brilhavam como se ele estivesse com febre, cintilando com pontos dourados que combinavam com os brincos que ele usava.

Anna também estava com fome. Charles sorriu para ela — apenas um pequeno sorriso. E depois fechou os olhos. A voz dele estava rouca. Anna teria de tirar a maioria das roupas de Charles. Ele balançou a cabeça.

O jeans era Levis, rasgado no joelho, e a camiseta tinha uma etiqueta da Hanes. Anna se perguntou se havia alguém, em algum lugar, que de repente se visse andando por aí de cuecas. Se ele fosse humano, ainda estaria no pronto-socorro, mas lobisomens eram durões.

Provavelmente vai precisar de dois curativos para cobrir tudo. Além disso, Charles apertou o curativo com mais força do que ela teria ousado empregar. A maioria deles era de cor marrom ou preta, mas havia alguns outros. E como ela estava zangada com Charles porque ele se machucou ainda mais, em vez de simplesmente ter ficado em sua forma de lobo por alguns dias, ela pegou um par de rolos de ataduras cor rosa fluorescente. Charles sorriu. Você quer que eu traduza? O ferimento da primeira bala, aquela que ele tinha recebido para protegê-la, era uma linha vermelha inchada diagonal acima do ferimento mais grave.

De cara fechada, Anna começou a fazer exatamente isso. Charles pegou a ponta da atadura sem que ela precisasse pedir e segurou-a contra suas costelas.

Anna usou essa ponta para terminar de enrolar o resto da atadura ao redor dele uma primeira vez.

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Porém, Anna também estava machucando Charles com todo esse processo. Ele quase havia desistido de respirar, exceto pelas respirações curtas e superficiais. Prestar primeiros socorros a um lobisomem era algo perigoso. Mas Charles apenas ficara bastante imóvel enquanto ela apertava as ataduras o suficiente para manter os curativos no lugar onde precisavam ficar. Parecia errado ficar notando essas coisas em um homem quando ele estava prestes a desmaiar de dor.

Anna pegou um pano na cozinha, molhou-o e limpou o sangue da pele de Charles, enquanto ele se recuperava de seus desajeitados esforços de primeiros socorros. Você pode simplesmente fazê-la desaparecer, assim como você a fez aparecer?

Charles balançou a cabeça. Nem mesmo para me mostrar. Anna pesou as dificuldades de remover a calça jeans e pegou a tesoura que tinha usado na camiseta.

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O sangue de Charles se espalhara pelo sofisticado assoalho. Felizmente, os tapetes persas estavam longe demais para correr qualquer perigo. A segunda bala tinha atravessado a panturrilha. Parecia pior do que estava no dia anterior, mais inchado e dolorido. Ele vai ficar bem.

Como o rosa, a cor brilhante ficava bem nele. Seus olhos negros haviam mudado para aquele tom de amarelo-lobo enquanto ela trabalhava. Ele sorriu, mantendo os olhos fechados.

Ela andou pela casa até que encontrou seu quarto. Havia apenas um quarto com. Ela estava cansada, muito cansada, e sentindo-se completamente deslocada. Mas, sob sua pele, ela podia sentir a presença do Outro.

Por enquanto, o lobo lhe dava mais força e a protegia de suas preocupações. Ele ainda estava sentado, agora com os olhos abertos, e o chocolate quente e os burritos que ela deixara haviam desaparecido, o que era um bom sinal.

Charles balançou a cabeça e aceitou a ajuda. Mesmo em sua forma humana, ele era mais de trinta centímetros maior que Anna, que tinha quase 1,60 m. E também era bem pesado. Anna poderia ter levantado e carregado Charles se fosse preciso, mas iria ser estranho e ela o machucaria. Em vez disso, colocou seu ombro debaixo do braço dele e o apoiou, levando-o para o quarto. Charles cheirava a macho e a companheiro. Ajudada pelo cheiro, Anna se deixou levar pela confiança que seu lobo tinha em Charles, acolhendo o contentamento da fera.

Charles estava quente e parecia febril, e isso a preocupava. Anna nunca tinha visto um lobisomem febril antes. Charles parecia estar à beira de um colapso — ele estava muito melhor do que isso antes de decidir mudar para a forma humana. Considerando sua idade, ele deveria saber o que ocorria. Charles olhou para ela com olhos serenos, que tinham mais de lobo do que de humano em suas profundezas amarelas.

Anna revirou os olhos, exasperada. E o que isso significaria se você sangrasse até morrer? Deliberadamente, ele abaixou o olhar. Anna perdeu o fôlego. Charles olhou para Anna, e o que viu em seu rosto o fez sorrir, embora sua voz soasse séria quando ele respondeu seu insulto. Você me faz perder o juízo. Anna sabia por experiência própria como era doloroso deitar-se assim, gravemente ferido.

Seu pai? Eu ficarei bem depois de dormir um pouco. Ou alguém com conhecimentos médicos que saiba mais do que eu, em algum lugar aqui por perto? Talvez um escoteiro de dez anos de idade, por exemplo? Charles ficou em silêncio, e ela achou que ele estava dormindo até que ele falou de novo. Meu pai quer usar você para seus próprios fins. Charles abriu os olhos dourados e olhou-a nos olhos. Sim, era isso mesmo que ela havia detectado; Charles balançou a cabeça uma vez, ferozmente.

Mas talvez o próximo Charles pressentiu sua ansiedade. Meu pai lhe disse que você poderia partir se assim quisesse — e ele permitiria. Mas ele vai tentar fazer com que você concorde em ir para onde ele mais precisa, sem mantê-la aqui contra a sua vontade. Anna olhou para ele, e o lobo dentro dela relaxou. Anna deveria ter ficado com medo.

Anna se inclinou para a frente, pousando a testa na dele. Anna estava fora da estrutura da alcateia, como Charles lhe tinha dito. Nem dominante nem submissa. O que quer que isso significasse. Ele a afastou um pouco até que pudesse ver seu rosto. Anna, desculpe-me. Ou, se você quiser, pode jogar na internet no meu computador no escritório. Dormir era exatamente o que sua mente exausta precisava para tentar lidar com as mudanças bruscas em sua vida. Uma coisa era certa: estava bem melhor que antes — mas ainda assim era.

Parecia estranha tal necessidade. Mas ela estava muito cansada para combater tudo isso ou até mesmo descobrir se queria combater. Anna estava certa, ele sabia; precisava mesmo dormir. Depois que ela voltou do banheiro vestindo uma velha camisa de flanela e calças de pijama desbotadas, enrolou-se ao lado dele e caiu no sono logo depois. Assim ela se sentiria mais segura antes que ele a arrastasse para fora de seu território. Charles se lembrou do olhar no rosto de Anna quando ela entrou em sua casa Nesse momento, ela fez um barulho ao lado dele, e Charles afrouxou os braços ao redor dela.

Anna era realmente forte por ter sobrevivido ao tratamento de Leo e ainda assim ter saído inteira no final. De repente, a voz do Marrok fluiu pela sua cabeça, como uma corrente morna. Uma vez, Samuel disse a Charles que Bran nem sempre fora capaz de fazer nem mesmo isso, mas, algum tempo depois de se tornar um Alfa, ele desenvolvera o talento para tal.

Charles nunca questionara a fé de seu pai em Deus ou a fé de seu avô nos espíritos, porque ele conhecia as duas coisas. Deus raramente falava com ele; no entanto, às vezes Ele o advertia ou lhe dava conforto, ou força. Mas os espíritos eram mais exigentes, mesmo. Charles discou para o telefone celular de seu pai.

Mesmo antes de inventarem o identificador de chamadas, seu pai sempre sabia quem estava telefonando. Charles sorriu: seu pai sabia melhor do que ninguém que era impossível mentir para outro lobisomem, ou pelo menos para os seus próprios filhos. Mesmo que fosse pelo telefone. Um dos nossos contatos com os guardas do parque me disse. Oficialmente, foi um urso-pardo. Bran continuou: — As Cabinets ficam bem em nosso quintal, onde eu posso seguramente receber a mensagem.

O estudante disse que a fera saiu da floresta de repente. Anna entendeu mal a pergunta. Assim, ele continuou, mais por causa dela do que por seu pai. Na maioria das vezes, eles podiam contar com a descrença geral no sobrenatural, e ali, no noroeste do Pacífico, havia muitas histórias sobre Pé-Grande3.

Uma das alcateias de Oregon tinha como passatempo criar casos de pessoas que viram o Pé-Grande, desde que atribuíram a essa criatura os danos feitos a um carro, quando na verdade o culpado foi um de seus lobos novatos.

Charles pensou por um minuto. Vocês têm certeza de que o caçador foi vítima de um lobisomem? Ela sabe diferenciar uma vítima de um urso-pardo de uma vítima de lobisomem. Heather era humana, mas tinha sido criada em Aspen Creek.

Vai demorar alguns dias até que eu esteja pronto ir. Seria preciso alguém dominante o suficiente para controlar um lobo desgarrado. Charles também podia utilizar um tom seco. Ele pode verificar isso. Sua resposta fora imediata. A negativa tinha sido simplesmente muito forte para ser apenas instinto.

Dessa vez, foi seu pai que esperou. Pobre Mercy; pobre Samuel. Charles passou um dedo sobre o braço de Anna. Graças a Deus, graças a todos os espíritos, seu pai nunca havia tentado arrumar uma companheira para ele. Charles olhou para Anna, e deu graças a Deus por seu pai tê-lo enviado para Chicago em vez de Samuel. Eu vou.

Vai ser preciso esperar alguns dias, mas eu vou. Seu pai desligou abruptamente. Charles desligou o telefone, e disse a Anna: — Pergunte. Sua voz estava abafada, como se ela nunca pudesse imaginar uma coisa dessas. Meu pai espera poder controlar melhor as coisas se for ele quem iniciar o fluxo de informações, em vez de esperar até que nossos inimigos ou algum idiota inocente decida fazer isso por nós. Anna relaxou apoiada nele, pensando em tais palavras. Charles riu, aninhou-a em seus braços e finalmente, abençoadamente, adormeceu.

TRÊS Havia realmente uma cidade. Anna dirigiu a grande caminhonete verde de Charles pelo estacionamento da igreja até uma vaga projetada para um carro muito menor. A caminhonete de Charles era mais velha do que ela, mas parecia nova.

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Tinha pouco mais de oitenta mil quilômetros rodados, e isso de acordo com o hodômetro — o que equivalia a pouco mais de três mil quilômetros por ano. Ou pelo menos ela tentaria impedi-lo mais insistentemente. Ele apenas dissera: — Ninguém se atreveria a me desafiar.

Tudo o que ela podia fazer era esperar que ele estivesse certo. O contraste entre o terno formal e seu cabelo trançado e enfeitado com contas, o qual ia até a cintura, era estranhamente atraente. É claro que o rosto dele, belo e exótico, e seu corpo grande, musculoso e rijo significavam que ele ficaria lindo com qualquer coisa que usasse. Charles aparentava muito mais classe ao se vestir do que ela.

Charles esperava por ela na frente da caminhonete e estendeu o braço, o que pareceu ser o começo de um gesto familiar, apesar de antiquado. Ela enfiou o braço no dele e deixou-o determinar o próprio ritmo, andando até a igreja. Ela olhou para Charles quando começaram a subir. O interior da igreja parecia uma colmeia, com uma centena de vozes misturadas, de modo que ela entendia uma palavra aqui ou ali, mas nada fazia sentido. Anna podia sentir o cheiro dos lobos, mas ali também havia humanos.

Quando eles entraram na capela, todos os bancos estavam ocupados, e havia até algumas pessoas em pé ao fundo. Ou amarelo. Anna apertou o braço de Charles com mais força. Ele olhou para o rosto dela, e depois olhou ao seu redor.

Anna apertou o braço de Charles um pouco mais forte para agradecer-lhe, e olhou ao redor da igreja; o lugar lembrava a Igreja Congregacional na qual crescera, com sua madeira escura, o teto alto e o interior em forma de cruz.

Ao se aproximarem da frente da igreja, Anna percebeu que errara ao considerar que ela estava totalmente lotada. A primeira fileira à esquerda estava inteiramente vazia, exceto por Bran. Os braços estavam pendurados do lado do corpo, com os cotovelos apoiados nas costas do banco; as pernas esticadas e cruzadas nos tornozelos, com os olhos concentrados na balaustrada à sua frente ou no infinito.

Ele parecia isolado, e Anna lembrou-se de que o homem que a cidade inteira viera prantear tinha sido morto por Bran. Um amigo, ele dissera. Ele deu palmadinhas no banco ao seu lado enquanto perguntava ao filho: — O quê? Você acha que eles iriam estar felizes comigo?

Charles virou-se, de modo que Anna se viu repentinamente com a face virada para o peito dele. À medida que o seu poder perpassava pelo ambiente como uma onda fervente, fez-se silêncio repentino. Bran riu. Após um momento, Charles aquiesceu e Anna viu-se sentada entre os dois.

Assim que Charles estava sentado, virado para a parte da frente da igreja, os sussurros recomeçaram, aumentaram e chegaram ao nível anterior. Anna sentiu-se distintamente como uma intrusa. Charles olhou sobre a cabeça de Anna para olhar para seu pai. Seu cabelo castanho-escuro tinha um corte descuidado, mas de alguma maneira ele achou um jeito de parecer bem vestido e arrumado.

Ele sentou-se ao lado de Charles e trouxe com ele o aroma fresco de neve sobre couro.

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O pastor, vestindo roupas sacerdotais antiquadas, caminhou lentamente pelo corredor central; uma Bíblia de aparência antiga descansava na dobra do seu braço esquerdo. O pastor leu o capítulo quinze da primeira carta de Paulo aos Coríntios. Houve um som de arrastar de pés e um ranger de madeira, e em seguida uma mulher idosa se levantou.

Quando passaram pelo banco onde Anna estava, ela pôde sentir o cheiro do lobo nele. Quando lhe perguntei para o que era, ele. Em seguida, ele levantou-a nos braços, apesar de seus protestos, e levou-a de volta para onde eles estavam sentados.

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Outras pessoas se levantaram e contaram mais histórias ou leram versículos da Bíblia. O morto, Carter Wallace, ou melhor, o Dr. Charles esticou os pés para fora e inclinou a cabeça. Ao lado dele, Samuel brincava distraidamente com a caixa do violino, esfregando em um local puído no couro. Como seria, quando as pessoas que você conhecera quando crianças envelheciam e morriam enquanto você nunca teria sequer um cabelo branco?

Ela olhou para Charles.

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Ela olhou em volta para ver uma garota andando pelo corredor. Embora ela estivesse longe demais para Anna sentir seu cheiro entre o de tantas pessoas, algo lhe dizia que ela era humana. E por que causa o matou? Ela continuou lendo mais alguns versos, e, em seguida, olhou para o Marrok, que a obsequiou, olhando em seus olhos. Ninguém que estivesse muito mais longe do que Anna teria sido capaz de ouvi-lo, fosse humano ou mesmo lobisomem.

Aspen Creek, muito antes do nosso Dr. Carter tinha sido amigo de Bran, de acordo com o próprio Marrok. Fora um impulso, e, assim que percebeu o que havia feito, ficou paralisada. Depois de um momento, seu aperto suavizou-se. Vovô nunca quis ser um lobisomem, mas, enfraquecido e doente, acabou sendo persuadido.

Talvez vovô tivesse achado essa morte melhor. Houve um momento em que Anna pensou que Charles ia explodir a seus pés, pois podia sentir a raiva dele aumentando, mas foi Samuel que se levantou.

O pai de Carter, que era um lobisomem, matou a cobra, o que enfureceu seu filho. Ele disse a todos nós, incluindo o nosso velho doutor, que Doc2 era pacato demais para prosperar como lobo. Mas ele estava certo. Você pode até verificar isso com ela.

Como é que um homem, cuja vida sempre fora dedicada a servir os outros, teria suportado o fato de ter matado a própria filha? Por fim, o pastor levantou-se.

Ele abriu a carta e colocou um par de óculos. Vou me reunir à minha amada esposa com alegria e alívio. Bran, você, seu velho bardo, cante algo para mim no meu funeral.

A igreja estava muito quieta. Charles sentiu um carinho relutante pelo morto. Abençoado Carter, que era um curador tanto quanto Samuel Ele sabia o que estava por vir, e como as pessoas reagiriam também. Incluindo o Marrok. Se ele soubesse, Charles teria trazido algo para tocar também. Samuel balançou a cabeça. Depois, quando abriu a caixa e tirou seu violino, perguntou a seu pai, em um tom um pouco mais alto: — O que você vai cantar, pai?

Funerais de mais, amigos mortos de mais, pensou ele.

Charles sentou-se ao piano, enquanto Samuel afinava o violino. Embora Bran fosse um homem sutil, suas necessidades e seus desejos eram muito simples: manter o seu povo vivo e seguro. Para atingir esses objetivos, ele estava disposto a ser infinitamente desumano. Ele olhou para Anna, sentada sozinha no banco. Ele se perguntou como seria a voz de Anna quando cantava, e se ela se harmonizaria com a dele. Anna abriu os olhos e olhou para ele.

Ela é minha Se ela soubesse da intensidade dos sentimentos dele, teria corrido para a porta. Se a audiência fosse puramente humana, ela teria cantado. Mas ela ainda conseguia ouvir alguns cantores.

A voz de Bran era clara e perfeitamente afinada, mas foi o timbre rico que a fez arrepiar-se de deleite. A voz tinha um leve sotaque.

Alguém que gosta de ser tocado. Seu rosto era refinado e elegante, e a sua pele, como a de Charles, escura e bronzeada pelo sol.

O nariz e os olhos negros eram característicos do Oriente Médio, embora o sotaque fosse o de um puro espanhol — ela tinha um bom ouvido para sotaques. Além disso, ele tinha um ar selvagem, doentio, que inspirava cautela. O outro lobo riu, sacudindo os ombros com crueldade.

Alguém tem de fazê-lo. Sonho com ela quase toda noite. Você precisa fazer isso logo, antes que seja tarde demais. Ainda hoje. Você pode aguentar um pouco mais. Vocês têm um lugar que podem chamar de lar, um lugar seguro, e graças a ele. Eu tive de deixar meu Alfa para vir aqui, porque o amor dele por mim o impediria de pôr fim à loucura que me consome. Impulsivamente, Anna afastou-se de Charles. Enquanto ela o segurava, o cheiro de selvageria e de doença desvaneceu-se.

Asil olhou para ela, e Anna viu o branco de seus olhos brilhantes enquanto sua íris se reduzia a pequenas linhas ao redor de sua pupila negra. Todos estavam imóveis em seus lugares. O choque no rosto de Asil diminuiu, e a pele ao redor dos seus olhos e de sua boca suavizou-se até demonstrar um pesar que foi crescendo e aprofundando-se, desaparecendo naquele lugar onde todos os pensamentos íntimos se escondem de observadores perspicazes demais. Asil sorriu intensamente para Anna, com olhos e com a boca.

Você desperdiça seus dons com meu velho corpo. Mas o alívio eu lhe agradeço. Depois, ele a soltou e saiu da igreja. Sem pressa, mas também sem perder tempo.

Alguém limpou a garganta, e Anna olhou ao redor para encontrar os olhos do pastor. Talvez ele estivesse acostumado com interrupções de lobisomens. Anna sentiu o rubor subir-lhe ao rosto e afundou-se no banco, desejando poder afundar ainda mais. Ela tinha acabado de interromper o funeral de um homem que ela nem conhecia. Talvez sua sobrevivência em ambos os casos tivesse sido apenas sorte, ou talvez o destino guardasse outras coisas para ele. Como, por exemplo, mais trinta anos vagando sozinho pela floresta.

Aspen Creek, Montana. Com o braço de Charles em torno de seus ombros, Anna seguiu todos até o gélido estacionamento da igreja. Eles pararam na calçada e esperaram enquanto o local lentamente se esvaziava. Algumas das pessoas que saíam da igreja olharam para Anna, mas ninguém parou.

Você é mais baixa do que eu esperava. Muito prazer em conhecê-la, Anna Samuel lhe deu um tapinha na cabeça, para irritar Charles, principalmente; ele apenas disse: — Pare de flertar com minha companheira.

Samuel deu de ombros. Samuel queria conversar com Charles sem ela por perto — ou talvez fosse Bran quem quisesse, e Samuel estava apenas ajudando. Anna bem que precisava desse tempo só para ela. Havia certas coisas sobre as quais ela desejava refletir sem Charles a seu lado obscurecendo-lhe os pensamentos. Ele lutou contra a raiva irracional que sentiu por Samuel, que a havia mandado embora com polidez, respondendo às ordens que Bran mentalmente havia lhe passado.

Samuel esperou até que Anna entrasse na caminhonete e saísse do estacionamento, e em seguida perguntou: — Você matou o lobo que abusou dela?

Nem um pouco. Ontem ele se comportou do mesmo modo quando ela saiu de perto dele. Três vezes. Um dos ferimentos é uma queimadura nas costas; outro tiro atravessou o peito e saiu pelas costas e o terceiro atravessou a panturrilha. Todas as balas eram de prata.

Charles observou enquanto a caminhonete fazia cuidadosamente a curva que a levaria para casa. Precisava protegê-la, embora estivesse machucado. Enviarei Sage para cuidar dela, que tal? O toque de seu pai, sua voz e algo mais o ajudaram a pôr seus pensamentos em ordem.

Charles estava fora de controle. Ele fechou os olhos e usou o toque de seu pai para acalmar a fera até que pudesse pensar com mais clareza. Charles respirou profundamente e assentiu com a cabeça. Sage cuidaria disso. A inquietude em seu interior aquietou-se com mais firmeza. Charles observou seu pai telefonar para Sage e ouviu-o perguntar se ela podia encontrar-se com Anna em sua casa. Depois, permitiu que o levassem até o hospital no carro de Samuel. Seu pai os seguiu no Humvee1.

Gerry era o filho de Doc Wallace. Quantas pessoas torturaríamos e mataríamos? Tanto lobos quanto inocentes, e tudo por nosso pai. Mas ali, sem o toque de Bran, era muito mais complicado coordenar seus pensamentos. Qual teria sido o resultado se o plano de Gerry tivesse sido bem-sucedido? Sage cuidaria de Anna por ele. Talvez tivesse conseguido salvar o pai dele. Haveria caos, enquanto os Alfas se enfrentariam pela supremacia. Gerry tentaria matar todos, como um chacal nas sombras.

Samuel sorriu, cansado. Charles saiu do carro e respondeu ao olhar divertido de seu pai sobre o capô do veículo de Samuel com um encolher de ombros. Samuel acendeu as luzes da clínica e os levou a uma das salas de exame. Quando viu o rosto de Charles, sorriu.

Eu sei que você pode baixar outro. Pai, você pode me ajudar a tirar isto aqui e manter seu filho e suas tesouras longe de mim? Com a ajuda do pai, Charles conseguiu tirar o casaco, mas isso o deixou empapado de suor e um pouco agitado, o que fez seu pai murmurar algumas palavras tranquilizadoras.

Eles nem sequer pediram ajuda a Charles para desabotoar sua própria camisa. Ela pode se assustar com um pouco de facilidade, mas encarou o Asil sem hesitar. E qualquer um que se atreva a embrulhar você em ataduras cor de rosa Charles se surpreendeu ao descobrir que preferia as ataduras cor-de-rosa, porque havia sido Anna quem as tinha colocado. De acordo com ele, isso era consequência de sua parte nativa.

Isso e sua relutância em se mostrar ferido. Relutantemente, abaixou as calças. Samuel estava franzindo o cenho até mesmo antes de remover a atadura verde brilhante. Quando ele o fez, aproximou o nariz e afastou a cabeça bruscamente. Ninguém além de Samuel, que ele soubesse: o médico da alcateia de Chicago era um dos novos lobos que Leo vinha escondendo do Marrok. Estar rodeado de tanto sangue e carne tornava difícil para um lobisomem concentrar-se em curar — embora ele nunca tivesse notado essa dificuldade em Samuel.

Duvido muito que ele soubesse reconhecer a prata pelo cheiro. Pai, você vai ter de me ajudar com isso. Doeu muito mais que levar o tiro, mas Charles permaneceu imóvel enquanto Samuel escavava e cutucava. O suor pingava de sua testa, e ele continha a custo o desejo de. Charles deixou de se preocupar com sua perna e observou o rosto de Samuel. Bran continuou girando sobre a banqueta. Sua voz e seu rosto pareciam relaxados, mas seu corpo estava tenso, mostrando que aquilo era importante para ele.

Ele disse que estava tudo bem. Samuel, como seu pai — e Asil —, era velho. E isso era perigoso para os lobisomens. Charles de repente lembrou-se de que Adam também tinha uma queda pela pequena coiote. Qualquer que fosse o esquema que ele tinha em mente, seus olhos se iluminaram com sua antiga joie de vivre3. Seu pai viu isso também. Acho que pode ser o melhor.

Talvez Mercedes tivesse melhor sorte. Samuel sorriu. Os ferimentos estavam doendo, mas Charles sentia-se mais como ele mesmo desde o dia em que tinha sido baleado. Charles nunca havia sentido nada parecido. Samuel olhou para o pai. Finalmente, Bran assentiu. Vamos esperar uma semana. Bran sorriu levemente. Asil me disse que parara de sonhar com ela quando se juntou à nossa alcateia, mas os sonhos recomeçaram no mês passado.

Ele acorda desorientado e às vezes Bran sorriu, e era um sorriso verdadeiro. Sem sim meu email é andreiaf gmail. Sinopse: Dizem que os opostos se atraem. O filho e executor do líder dos lobisomens norte-americanos, Charles é um alfa dominante. Enquanto Anna, um ômega, tem a rara capacidade de acalmar os outros de sua espécie. Alguém tem como alvo a sua espécie. E agora Anna e Charles colocam-se diretamente na mira do assassino Sinopse: Como diz no título, é o relato que deu origem à série.

Foi escrito como uma estória curta chamada Alfa e Ômega em um livro de antologia junto com outras estórias de mais três autoras, com o título geral de On The Prowl. Aline Silva 13 de mai de Yasmin Fernanda 18 de mai de A Menina das Ideias 30 de jun de Carulina Maximino 30 de jun de Fernanda Palhari 26 de jul de Carulina Maximino 7 de out de Cristiane Gosch 15 de set de Mariana Soares 30 de nov de Carulina Maximino 18 de fev de Unknown 8 de set de Yasmin Cristina 17 de abr de Ivana Müller 26 de set de Jucimar Santos 28 de set de Unknown 1 de nov de Janaina Schulz 21 de nov de Sam Souza 30 de nov de Mille 10 de dez de Isadora Gomes 17 de jan de Unknown 12 de mar de Unknown 20 de mar de Luana Gomes 23 de mar de Matrione 20 de jul de Biiia Gata 26 de jul de Hanriaili Lopes 2 de out de Karyla Costa 30 de jan de Iasmim Rezende 22 de out de Unknown 8 de nov de Leitora 18 de dez de Unknown 9 de out de Lazy Girl 2 de nov de Unknown 21 de nov de