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Vivaldo Links. Filho Do Mato Escrita por Fernando de Oliveira. Maior ainda o reconhecimento póstumo. Quer, quer, quer Quer casar comigo? Passe O Tempo Que Passar De que valem as palavras mal ditas? Hornby -Acho que ele mudou algumas coisas para sempre. Caboclo na Cidade Sonhando Links. O Amor O Amor se resume em se sentir bem, especial, incrivelmente Feliz. Menina manhosa Era uma vez uma linda menina que sonhava com o natal, todas as noites antes de dormi ela olhava pela janela de seu quarto e imaginava papai noel em Leia mais. Foster, E. É Hora de Recomeçar Este site é ótimo. O homem de nazareth

Toca do Vale - Telefonema Anônimo (Letra e música para ouvir) - Foi num telefonema anônimo / Uma voz disfarçada / Dizendo que eu estava, sendo traído / Eu. Bruno e Marrone - Vidro Fumê (Letra e música para ouvir) - Na loucura do meu pensamento Foto do artista Bruno e Marrone Foi num telefonema anônimo. Foi num telefonema anônimo. Uma voz disfarçada. Me falou que eu estava sendo traído. Eu nem quis acreditar. Pensei que era só um trote. Mas no fundo do. Aprenda a tocar a cifra de Vidro Fumê (Bruno e Marrone) no Cifra Club. Intro: F# Bm G F# D Foi num telefonema anônimo D7+ Uma voz disfarçada D D7+ A. Bruno e Marrone. Foi num telefonema anônimo. Uma voz disfarçada. Me falou que eu estava sendo traído. Eu nem quis acreditar. Pensei que era só um trote.

Cleiton e Camargo. Companhia do Pagode. CPM D'Black e Negra Li. From rags to riches here Ed Motta. Edson e Hudson. Eduardo Costa. Emílio Santiago. I'm crazy flowing over with ideas. Erick Montteiro - Babado Novo. Família Lima. Fernando e Sorocaba. Se pra mostrar que é mais forte você tem.

Fred e Gustavo. Fundo de Quintal. Gabriel Gava. Era como se estivesse vendo uma miragem. Resolveu pedir ajuda. Procurou um psiquiatra, contou seu problema. Abrir as latas e ficava cheirando.

Resultado zero. O método de nada tinha adiantado, pior, havia desembolsado mil reais por uma consulta. Ficou com muita raiva daquele psiquiatra gordo e barbudo.

Entrou no consultório e pediu o dinheiro de volta! Ao abrir os olhos, viu na sua frente aquele homem gordo, barbudo, asqueroso, fedendo à bacalhau com sardinha. Sambinha de carnaval. As vezes luminosa, outras um fragmento de luz, outras ainda apagada.

Era um lugar muito pequeno, muito pequeno mesmo, bom é o que diziam por ai. Em um dia normal como qualquer outro meio vazio e cinzento um cara diferente apareceu na Praça principal da Cidade. Eu sempre estou a procura de coisa novas e diferentes, também ensinar pois acredito que o conhecimento tem de ser de todos. Nessa mala tem tudo que sei e ainda espero aprender muito mais.

Assim que ele abriu a mala um liquido colorido começou a sair de sua mala e a Vila ficou mais leve, mais cheia de luz e sem ninguém querer e nem perceber aquele vazio foi preenchido e as pessoas começaram a sorrir, a abraçar mais e serem mais felizes. Um domingo, por milagre, ele me levou no parque.

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Sentou no banco, abriu o jornal e me mandou brincar. O homem estava falando alguma coisa e elas riam dele. Olhei meu pai.

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Estava lendo um jornal dobrado agora. Eles estavam indo embora. O homem de bigode ainda por cima comprou uma bola para cada uma. Daquelas grandonas! Amar a primeira vista é possível. Mas é sempre bom limpar os óculos e ter um segundo olhar. Amar é uma loucura completa. Nada tem de racional. Quem ama é louco. Amar , amar, amar, respeitar, respeitar, respeitar, paciência, paciência, paciência, isto é amar. Que nada. Homens interessantes e interessados apareciam, alguns namoricos engatavam, o problema é que nunca se firmavam.

No Natal era quando a sua família se reunia, todos felizes — ou aparentemente felizes — por se reencontrarem. Era a noite de saber das novidades do ano que se passou.

As primas eram todas casadas, e a cada ano, um novo bebê era apresentado. Todas tinham muitos filhos. O jeito era sorrir e disfarçar. Ela poderia fundar o movimento dos sem-filhos, pensou divertida. Quem seria? Abriu a porta. Deu de cara com um homem alto, lindo, de cabelos escuros, olhos verdes, muito bem vestido e sorrindo para ela. Sem entender nada, mas querendo muito acreditar que aquilo estivesse realmente acontecendo, ela apenas respondeu: vou pegar as chaves do carro.

No caminho ele falou amenidades. Parecia que o homem perfeito tinha se materializado. Foram recebidos pela família com muitos sorrisos e abraços — como sempre acontecia. A diferença é que havia uma certa eletricidade diferente no ar. Todos pareciam encantados com o charme e a simpatia do Gabriel. A noite foi perfeita, como um sonho. Mexia no seu cabelo, falava baixinho no seu ouvido, ria muito e lhe servia vinho — que o seu tio adorou.

Chegaram na casa dela, Gabriel deu-lhe um longo beijo e falou: tenha uma feliz noite de Natal. E sorrindo, partiu. Até hoje ela se pergunta como aquilo aconteceu.

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Depois de imaginar milhões de teorias, desistiu de tentar entender. Ah, que diferença faz? Um dia nossa galinha branca apaixonou-se por meu sapato dourado de festa. Ela passava o dia todo ali, empoleirada dentro da sapateira, como que chocando os ovos de ouro. Um certo dia resolvi fazer uma limpeza e joguei fora alguns sapatos velhos. O dourado foi junto.

Só percebi a besteira que havia feito depois de ver a coitada da galinha branca correndo em volta da casa, cacarejando que nem uma louca. Me senti muito culpada. Fui até a cidade e comprei outro sapato dourado.

Ajeitei ao seu lado no poleiro. A notícia se espalhou, ficaram todos preocupados, onde estaria a viuvinha? Coitadinha… procuramos pela fazenda toda e nada…. Retirando toda a tralha vê, com alegria, a viuvinha toda feliz aboletada ao lado de suas velhas botas de couro.

Ar puro, espaço para brincar, piscina. Tudo o que faltava morando num apartamento de cidade grande.

A cachorra era danada e tinha o péssimo habito de sair correndo sempre que saiam do elevador. Pânico geral. Voltaram correndo e começaram a procurar pelo prédio.

Pronto, agora a menina chorava copiosamente. Sem saber o que mais poderia fazer, encomendou faixas para espalhar pelo bairro. Pagou caro para serem colocadas, mas uma taxa extra de desespero certamente foi embutida no calor do momento. O caminho foi um verdadeiro inferno com a menina chorando o tempo todo. Foi pior, a menina dizia que nunca mais ia querer um outro cachorro. Estar no sítio pouco ajudou. Até o menino, com a melancolia do cair da tarde, pensou a onde a cachorrinha iria passar a noite e também chorou.

Dia seguinte de sol, mas ninguém se animava a sair de casa. Era a avó. Gritos, pulos, abraços! Deus é bom! Voltaram correndo para casa.

A cachorrinha, alegre, correu para as crianças. Porteiro gratificado, todos felizes. Eu ouvia a cachorrinha latir, latir, e pensava, eu conheço este latido.

O chinesinho filho, de uns 3 anos de idade, levando a cachorra de um lado para outro. O Sr Américo foi ficando nervoso, gesticulava, apontava para a cachorrinha. O porteiro voltou para o prédio com muita raiva do chinês. Polícia, polícia! A Taina, sempre aprontando muito, se foi de velhice. Aproveitou para curtir aquele dia lindo…. E eu nem preciso dizer que eles viveram felizes para sempre e o coelho também.

Brigavam e faziam as pazes em alto som, rindo e chorando como bons italianos. Além disso havia alguns terrenos vazios. Uma dessas famílias, a do Dr. Eram Sr. Nunca exige nada apenas quer amar e ser amado! Estava bem acabado. Machucado, sujo e cheio de pulgas.

Carne moída, devia pensar ele, nem morto. Gostava é de melancia, vai saber. Era dia de churrasco. Aprendeu até a tomar cerveja. Mas tem também o Martines… deve ser espanhol… e o da Silva?

Deve ser português! Quando insistiam muito, ele falava: — versa sobre as taipas do furor sarilho. Um dia o livro sumiu. Gritou com sua mulher aonde estava o livro.

A mulher respondeu — coloquei na prateleira, junto com os outros livros. Meu livro junto com outros livros? Ficou sem falar com a mulher o resto do dia. Esta postura, logo despertou a curiosidade de todos. Por isso o mistério! Todo dia ele levava o livro, punha em cima de sua mesa. Um dia na casa dele rolou uma vasta feijoada. O primo do Rio veio.

A filha por sua vez convidou duas amigas da faculdade, e é claro os namorados. Enfim, a casa estava cheia, de cara rolou uma batida de côco, que estava uma delícia. Antes da feijoada propriamente dita, serviram uns torresminhos, umas batatinhas fritas. Pessoas simples, boas, que se interessavam umas pelas outras. Depois que Dona Nenê enviuvou, andava meio tristonha, e a conselho de sua filha, procurou um doutor. Disse-lhe ele: — Andar Dona Nenê, a senhora precisa andar, pois isso seria muito bom.

Para tudo. Isso é coisa de parafuso, deve ser um parafuso. Aquilo destrói o miolo. Do demo. Bem e assim o assunto da vila era a cabeça da Dona Nenê.

Andava, andava. Apesar de no começo achar aquilo uma chatice, foi se acostumando. Na vila, os que saiam cedo, espiavam Dona Nenê sair com sua sacolinha. Muito direita mais agora segundo os homens, ela tinha arranjado um amante. Bem com certeza concordaram todos, Dona Nenê, andava bem alegrinha. Eu pessoalmente acredito que ela anda pedindo esmola! Na missa do domingo, é um luxo só!

Bem, Sr. Pedro o mais idoso e também o primeiro morador da vila, que pouco falava, resolveu por si só descobrir o segredo de Dona Nenê. Ela é manhosa, traiçoeira, aparece quando quer, sem compromisso, sem aviso, sem cerimônia. Como aquele apaixonado que dando o anel para sua amada, no pedido de casamento, saiu em disparada.

Seja homem. Segura mais um pouco. Ele correu até uma palmeirinha no canteiro central da avenida e foi ali mesmo.

Os amigos saíram do carro e começaram a parar os outros carros que passavam, e mostravam a cena, com grandes risadas, e arruaças. E foi. Quando ela passou na catraca da portaria,no prédio em que trabalhava, ela sentiu aquele aviso fatal. Pensou: — ainda bem que só tem 3 pessoas na fila do elevador. Apertou o A dor estava apertando quando a moça do 6 desceu. A do 13 quando foi descer ainda fez charminho para o rapaz do Segurou um pouco a porta e sorriu. No 14 o rapaz desceu.

Tinha uma firma que ocupava três andares o 15, 16 e o No quinze entraram mais duas, uma desceu no 16 e a outra no Quando finalmente chegou ao 20 deu de cara com a sala da diretoria aberta. Pensou: — vai ser aqui mesmo. Dor de barriga é ruim, mas é bom. Freud estava fora de moda quando fiz faculdade. Eu só havia lido um ou outro pequeno trecho dele, nas aulas de linguística.

Dirijo-me ao escorregador, meu brinquedo preferido. Decidi que era hora de tentar entender o que tudo aquilo significava. Perguntei à minha psicóloga Caroline se ela sabia de algum livro que me ajudasse a compreender meus sonhos. Foi essa uma das minhas maiores motivações. Passei o resto da minha semana com a cara enfiada na obra. Subo até o ponto mais alto, paro e olho para baixo. Lembro-me de que ele constantemente falava que eu parecia um garoto.

Sempre nas horas mais impróprias, e como eu me irritava com aquilo! Ele sobe no brinquedo, e ficamos frente a frente. Sem pensar avanço nele, brigamos feio. Saio correndo em disparada, para longe de tudo aquilo. Desesperada, acordo. Suando frio, expliquei à psicóloga o meu sonho. Essa imagem deveria estar escondida no meu inconsciente junto com a minha culpa pelo homicídio.

Eu era uma assassina. Como eu pude fazer aquilo? Matar uma pessoa! Que tipo de criança horrível eu fui? Passei noites em claro e sem ir às consultas. Em um ato desesperado, tentei, sem sucesso, me afogar. Tinha alucinações.

Ouvia vozes. Definitivamente, eu estava enlouquecendo. Sugeriu procurar informações sobre Arthur. Acreditava que só assim eu conseguiria ficar e paz novamente. Descobrimos, para meu grande alívio, que Arthur estava vivo. Embora mais tranquila, ainda restavam diversas questões em minha cabeça. Porque eu matava Arthur toda noite? Pensamos, ainda, que Arthur podia ser apenas um símbolo de todos aqueles que me maltrataram durante o período escolar. Fiquei mais tranquila sobre meus sonhos, mas algo maior emergiu e agora me atormenta: Afinal, quem sou eu, e quais outros desejos o meu inconsciente oprime?

Italiana, daquelas que nunca perdeu o sotaque. Nunca quis ser chamada de avó ou vó. Tinha que ser nona. Casou-se jovem, claro que com um italiano. Tiveram uma filha e viveram felizes por um bom tempo, até que ele partiu. Até que um dia parou de chorar e pensou: Vou aproveitar la vita. Anos e anos a fio, idas e vindas. Como tinha sido alpinista na juventude, um amigo presenteou-a com um belo quadro pintado por ele representando a montanha com neve etc…etc. Pendurou no melhor lugar de sua sala.

Ela sempre ríspida respondia: Questo quadro non tem preço. Assim mesmo. Você quer que eu seja atropelado? Caipira bota ovo? Sou um vidente cibernético. Tiro a sorte de meninas jovens e adolescentes, mesmo de longe. Se você é jovem, adolescente e quer comprovar, vou ler sua sorte. Você na escola teve muitas amigas.

Algumas porém que se diziam suas amigas, na realidade tinham inveja de você, e sempre procuraram lhe prejudicar, falavam mal na suas costas e lhe gozavam. Isto deixava você magoada com muita raiva e tristeza.

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Quando você se via no espelho só enxergava esses defeitos. Vai ser uma profissional brilhante em outro setor. Filhos, com certeza.

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Quer agendar? Dia inteiro na minha porta! Salvamos mais um! O sujeito foi encontrado recriando o que antigamente chamava-se de cama, enquanto rabiscava um papel. Estava alucinado, dizia que precisava deitar-se e ficar imóvel naquele objeto, com os olhos fechados. Acho que ele era do tempo de antes, da época escura onde quase um terço da vida era gasto com sono.

Disse estar preocupado com a raça humana, vocês acreditam nisso? Eu guardei uma cópia, olha só. Posso ser capturado a qualquer momento.

Mas eu estava, eu vi meus amigos tornarem-se monstros. Vou te contar um pouco de como foi. A expectativa de vida era alta — 80 anos! Até que foi contornado. No início foi uma maravilha. Poderíamos ter mais tempo livre, viver mais, trabalhar mais, ganhar mais e prosperar. A classe baixa finalmente conseguia adquirir objetos de luxo. Viver e desfrutar ficava sempre para mais tarde, afinal, tínhamos tempo!

Claro, as pessoas endividavam-se de maneira que teriam que trabalhar sem pausas até o fim da vida. Claramente era esse o objetivo…. Éramos física e psicologicamente dependentes. Ademais, quem tentasse sair do sistema seria marginalizado, excluído e perseguido até se render de volta, e é por isso que te escrevo esse bilhete.

Sonhando acordado, tantos indivíduos entraram em estado catatônico que chegaram a ficar assim durante dias. As pessoas começaram a morrer. Outras ficaram loucas. Como você pode ver, o sujeito parece de fato acreditar nesse monte de mentiras que tenta disseminar com esse bilhete. Claro que lembramos quem somos, somos trabalhadores, né gente?! Vivemos como engrenagens de um sistema maior, que, incessante, deixa a todos nós felizes. Eu particularmente, odeio futebol. E falando em falsidade, qual é a sua necessidade especial?

Eu passarinho. Da vida só me tiram morto. Coutinho face. Pessimista — comprei dois terninhos me roubaram um casaquinho. Otimista — que bom, vai limpar o ar e encher as represas. Pessimista — vou tomar chuva, me molhar e ficar parada no transito. Posso até ficar doente. Pessimista — bom dia por quê? Pessimista — nossa!

Ambas saíram com ele para um jantar, cada uma de uma vez, claro. Deve estar impressionado comigo! Deve estar apavorado comigo! Otimista — apenas suspira. Deveriam ser amigos, conversavam o tempo todo sem se importar comigo no meio deles.

Ofereci trocar de lugar, mas eles recusaram. Olharam-me feio, e prosseguiram. Com o porta malas imenso, e duas pontas salientes, uma de cada lado. Um vizinho tinha um o que despertava em mim uma certa dor de cotovelo. Ele sabendo disso, quando passava, me dava um chauzinho. De tanto falar em peixe, fiquem faminto. Que tal jantar um peixe espada, com uma farofinha de banana? Toda segunda feira é a mesma coisa.

Vai ser só dia Damos só uma passadinha…! Só faltava essa! O que vai ter lah, batida de tofu? Mas ela nem me ouviu. Nem sequer estava do meu lado, ocupada demais em abrir suas asas , soltar suas feras, e cair na gandaia. Da pista,acenava para mim : Veeeem, boba! Estou ficando louca ou aquele é o Luis? Fiquei paralisada. E antes que fosse pisoteada pelas colegas que soltavam a louca na pista, cheguei mais perto, quando ele se antecipou:.

Reparei nele desde o primeiro momento. Era bem fortinho, o Luis. Seu estilo surfista —com- óculos- John Lennon, era simplesmente irresistível. Depois de um tempo,nossos encontros na escada foram rareando, cheguei a pensar que ele tinha saído da faculdade. O Luis estava ensinando o Zé a escrever!!

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Me apaixonei por ele através do visor da janelinha da sala, sem ao menos trocar com ele mais que um monossílabo por dia…. Era muita coincidência! Nos poucos momentos de silêncio, Luis me olhava e sorria com uma calma espantosa. Eu sorria de volta,tremendo, com os olhos fixos nele. Do presente, nada falamos. Nunca procurei saber mais dele. Afinal,tinha minha vida: o Beto, as crianças, o trabalho….

Como ele eh lindo, meu Deus! Percebi algo que me parecia ser uma tatuagem. O ibira tinha tudo a ver com a gente. Um dia traríamos as crianças, e subiríamos com elas para mostrar o lago.

EU com o cabelo dividido em grampinhos!!! E qdo a gente foi viajar com a turma para o Peru: uma turma de duas pessoas, eu e vc…??

Nossa, a gente viveu hein! Neste momento, o celular do Luis tocou. A pessoa insistia. Seis chamadas em menos de 10 minutos. Existe algo mais anacrônico hoje em dia do que album de fotografias? Tem uma onda só! Encontrei uma foto do meu casamento civil. Vivos mesmos só eu e minha mulher. Até o juiz de paz….

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Essa foto valeu. Serviu de prova. Vendo essas fotos, tenho vontade de picar tudo e jogar fora. A foto da cachorrinha que quando morreu minha mulher chorou uma semana, essa eu vou picar. Vou fazer no Paulinho, um óculos, um cabelo moicano, e um cachimbo na boca.

Vejo bem a foto, vou buscar nas profundezas da memória, quem seria essa pessoa. Lembro da sua figura: gordo, baixinho, sem pescoço. Peidava que era só ele.

Torcia para o time rival…. Tem que ser um arquivo seguro. Minha mulher vai gostar. Foram 24 publicações entre contos, listas e crônicas. Para nós e para os eventuais leitores. Estivemos sempre conectados com os colaboradores. Muitas pessoas curtiram. Tivemos ao todo mais de 5. Alguns totalmente inesperados, como pessoas que moram em outros países ou em locais muito distantes. Obrigada a todos. Sempre uma colaboradora pelo menos é mulher e o outro, ou outros, homem. É uma coisa sem compromisso, livre, leve e solta.

Beijos de toda a equipe. Eu dou risada, fico triste, choro. Torço para que tudo aconteça como imaginei, mas nem sempre as coisas acontecem como eu gostaria, é claro.

A vida é assim. Quanta maldade!

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Quem também vi sofrer muito foi uma garota, uma tal de Poliana. Ela nunca ficava triste, porque em tudo ela conseguia ver alguma coisa boa. Às vezes eu queria ser mais como ela. Ela desconfiava de gente comum, mas no fim ela sempre estava certa. Eram bandidos mesmo! Como eram nove negrinhos, eu sabia que mais gente iria morrer. Foi tudo muito assustador! Nem tudo foi tenso. Convivi com gente muito engraçada, como um garoto que tem um tigre que fala.

Eles me divertiram com suas piadas e foram muito legais os momentos em que estive com eles. Assim como o tigre, eles também falavam com ela. Hornby - O grande lance é que, nos dez anos precedentes, o rock tinha começado a ser visto seriamente, de uma maneira muito pomposa, e o punk destruía essa seriedade pomposa. A essa altura, de repente, surgem uns caras que só conhecem três acordes, sujeitos crus e simples ao extremo, e isso era para mim, e continua sendo, o ponto central.

Pergunta - Como era Londres naqueles anos? Você sente saudade de alguma coisa? Ao que parece, estamos de novo enterrados na areia.

Clash, Sex Pistols, Jam, Elvis Costello, Ian Dury, Buzzcocks e muitos outros se tornaram famosos em menos de um ano e mantiveram a fama pelos 30 anos seguintes. E é disso que eu tenho saudades. E os concertos "Rock against Racism" [Rock contra o Racismo]. Pergunta - E os piores momentos?

Hornby - Danny Baker, que fundou o primeiro jornal punk e depois se tornou um célebre DJ, disse recentemente: "A era punk foi a fase mais bela de minha vida, e eu me sinto agradecido por cada momento que vivi naqueles dias.

Também penso mais ou menos assim. Pergunta - Mas ainda se vê o visual punk por aí. Hornby - Mas isso é uma moda para turistas, nada mais.

Um punhado de jovens europeus mascarados, com cabelos coloridos e argolinhas no nariz. Hornby -Acho que ele mudou algumas coisas para sempre.

Em primeiro lugar, a Inglaterra ficou menos afetada, menos sensível ao que foge à regra. Pergunta - Umberto Eco diz no "Nome da Rosa" Nova Fronteira que, no final, quando uma coisa desaparece, dela só fica o nome.

E de fato a palavra punk sobreviveu, ainda que o sentido varie no tempo ao pé da letra, quer dizer "pessoa insignificante", mas o significado mais comum na gíria inglesa é o de "delinqüente".

O que você sente, hoje, quando a ouve? Gostaria de ler um romance punk, assistir a um filme punk, ver algo punk no teatro. Uia que coisa de gênio Em julho o Cansei de Ser Sexy vai para os Estados Unidos e Canada para promover o disco e fazer uma turne que passa por mais de 30 cidades. Alem do Cansei, tocam nos shows dessa turne o Diplo e o Bonde do Role. Ouvindo Bezzi, a banda até que é legal, de Cansei de Ser Sexy. Em , saiu "Plebe Rude", o terceiro disco, misturando punk rock com ritmos regionais.

O Olho Seco apareceu em , três anos após o surgimento das primeiras bandas punks no Brasil.