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BAIXAR A MUSICA APENAS UM MINUTO MINISTRIO FLUIR


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Felipe Lange S. Mesmo porque, quando falamos da Trindade de Deus, nos referimos a uma trindade em unidade,e a uma unidade que È trina. Muitos provavelmente pensariam em castelos antigos e estranhos vilarejos ciganos. De conformidade com a Lei de Moisés, Gômer deveria ser apedrejada como prostituta Lv Quando um filho de Deus se deixa dominar pela carne Segundo Pablo Vila , p. C físico ou filósofo da natureza sensível. Só que a gente nunca teve uma identidade sobre o que a gente iria fazer, musicalmente falando. Resultado: perdeu o jogo na secretaria por 3 — 0. Sobrevém-lhe a cegueira espiritual. Para se ser radical, creio eu, é preciso fazer mais que desenhar cartazes e ser bom arremessador de géneros alimentares. Professores ambulantes que recolhiam honras e dinheiro, enciclopedistas,conferencistas, jornalistas. Reighley , p. E que espaço é esse? UNESP, A partir daí, entramos em um alinhamento do que vem sendo discutido. Aportaciones teóricas y metodológicas a La educación musical: uma selección de autores relevantes. De acordo com Paul Thompson , p. A Cristologia é em parte a resposta a esse grito.

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Uma Igreja local, reunida e completamente organizada de acordo com a mente de Cristo, consiste de membros e oficiais. Quem jamais vai à guerra à sua própria custa?

Acaso é de bois que Deus se preocupa? Ou é seguramente por nós que ele o diz? Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho, que vivam do evangelho.

O que você tem feito no sentido de assistir materialmente os ministros da Igreja? Os membros de cada igreja local devem orar continuamente pelo bem e pela prosperidade de todas as igrejas de Cristo, em todo lugar.

Tem batalhado sempre, e em todas as ocasiões? O dia de descanso é santificado ao Senhor quando os homens E o anjo lhe disse: As tuas orações e as tuas esmolas subiram para memória diante de Deus.

Isto se constitui algo regular, um estilo de vida? Você crê que deveria canalizar este esforço, tanto quanto possível, por meio do Corpo de Cristo, que é a Igreja? Ao recolher os frutos do sustento que Deus lhe tem dado regularmente, você se reconhece despenseiro da graça de Deus? Precisamos patentear o compromisso do discípulo com seu Mestre, do membro com o Corpo, das ovelhas com os pastores, da comunidade pactual com os pobres especialmente os da família da fé , da igreja local diante do mundo sem Cristo E o seu compromisso com a Casa de Deus também passa pelo fator financeiro.

Esse nos parece um bom princípio. Assuma um compromisso de ser um melhor despenseiro, achado fiel e prudente pelo Senhor. Parte de uma sondagem do presente, passado e futuro, desenvolvendo um plano de ações para atingir os objetivos traçados.

Motivar e incentivar a equipe. Delegue autoridade e responsabilidade e cobre resultados. Elogie, premie, e comemore. Lidere a equipe motivada e satisfeita para que o time alcance os objetivos. Com o controle o líder pode premiar as equipes que atingem os objetivos. Esta é uma frase muito comum em nosso dia a dia. Normalmente, o resultado desta correria para atender a tantos compromissos da agenda é a constante tirania do urgente.

Uma coisa é planejar nosso trabalho; outra é trabalhar nosso plano. Contudo, quando analisados com profundidade, pouca coisa apresentam de produtivo. Podemos encontrar esta figura também no Ministério pastoral.

Mas antes, precisamos entender que o tempo é :. Nosso alvo é que nosso uso do tempo deste dia reflita uma genuína autoria de Deus. O puritano Jeremiah Burroughs estabeleceu um excelente princípio:. Esteja certo de seu chamado para todo empreendimento que você tiver à frente. Mesmo que seja o menor empreendimento, esteja certo de seu chamado para o mesmo. O verbo é exagorazo. Se combinarmos as palavras chegamos a este pensamento.

O gerenciamento do tempo é tanto uma arte quanto uma ciência, e tem uma literatura profusa. Quem administra o tempo coloca-o sob controle, torna-se senhor dele. Mas é preciso ser flexível, saber fazer correções de curso. Em contextos escolares, por exemplo, quem estuda ao longo do ano, com calma e sem pressões, sai-se, geralmente, muito melhor do que quem deixa para estudar nas vésperas das provas e, por isso, vê-se obrigado a passar noites em claro para fazer aquilo que deveria vir fazendo durante o tempo todo.

A culpa vai sempre na falta de tempo. Normalmente damos um jeito de arrumar tempo para fazer aquilo que realmente queremos fazer. Quando o nosso tempo termina, acaba a nossa vida. Por isso, tempo é vida. Quem administra o tempo ganha vida, mesmo vivendo o mesmo tempo.

Quando o tempo acaba, ele acaba mesmo. O tempo, porém, enquanto estamos vivos, é distribuído igualmente para todos. O dia tem 24 horas tanto para o mais alto executivo como para o mais pobre desempregado. Todos recebemos 24 horas de tempo por dia. Alguém pode roubar meu dinheiro, os objetos que possuo. Mas ninguém consegue roubar meu tempo: outra pessoa só conseguir determinar como eu vou usar meu tempo se eu o consentir.

É importante se compenetrar do fato de que nosso tempo é valioso. Por isso é que se diz que tempo é dinheiro. Imaginemos exemplos corriqueiros. O uso de seu tempo economiza dinheiro, nesse caso.

Por outro lado, mesmo que você tenha tempo, se você deseja um trabalho de melhor nível de qualidade do que aquele que é capaz de produzir, pode valer mais a pena pagar um bom profissional para fazer o serviço. Um outro exemplo pode ajudar. Cada uma dessas opções envolve um certo uso de tempo e um determinado dispêndio de dinheiro. Se você tem pouco tempo e bastante dinheiro, pode decidir gastar mais dinheiro e fretar o helicóptero.

Se você tem pouco dinheiro e bastante tempo, pode decidir ir a pé. Indo a pé, você vai chegar à cidade cansado, sujo, estropiado. Indo de helicóptero, você vai chegar como saiu. Se continuarmos a investir a mesma quantidade de tempo e de dinheiro, é de esperar que a qualidade vai se manter a mesma. Se aumentarmos o investimento de tempo, podemos manter a qualidade diminuindo o investimento de dinheiro, ou vice versa.

Por aí você vê que pode trocar seu tempo por dinheiro. Na verdade, o trabalho é uma permuta de tempo por dinheiro: alguém me paga pelo meu tempo isto é, pelo meu tempo produtivo.

Quem administra o tempo, aumenta sua produtividade. Ser eficiente é fazer as coisas certo, isto é, com a menor quantidade de recursos possível.

E tempo é um recurso fundamental: nada pode ser feito sem tempo. Por isso ele é freqüentemente escasso e caro. É possível ser eficaz, isto é, fazer o que precisa ser feito, sem ser eficiente. Todos conhecemos pessoas que fazem o que devem fazer, mas levam tempo demasiado, ou gastam muito dinheiro, para fazê-lo.

Um exemplo exagerado pode ajudar. Um bêbado a pé é ineficaz e felizmente ineficiente. Quem administra o tempo reduz o stress causado pelo mau uso do tempo. O tempo aparece como bem ou mal usado apenas para a pessoa que tem objetivos, que quer realizar alguma coisa. O bom ou mau uso do tempo depende do que se pretende alcançar. Entendemos por "desperdiçadores de tempo" disfunções que provocam o uso inadequado ou insatisfatório do tempo na perspectiva do pastor e líder ou da igreja.

A seguir, apresentamos sete técnicas eficazes, atitudes e comportamentos que podem economizar seu tempo:. Ela deve existir principalmente nas informações. O que podemos fazer, é aumentarmos a vida, ganhando tempo dentro dela.

O Casamento com Gomer 1. O Nascimento dos Três Filhos 1. Gômer Como Símbolo de Israel 2. O Adultério de Israel 2. O Juízo Divino 2. O Adultério Espiritual de Israel 4. O Juízo Divino Sobre Israel 5. O Arrependimento Insincero de Israel 5.

O Registro dos Pecados de Israel 6. Recusa em Confiar em Deus, e Obedecê-lo 6. Servir a Falsos Deuses 8. O Amor Persistente de Deus por Israel A Idolatria de Israel O Cuidado Divino no Êxodo O Plano Divino em Destruir Israel Deus Promete Restaurar Israel A Chamada ao Arrependimento Parece que o profeta era nativo do reino do norte. De qualquer modo, parece que ele era bem versado com sua geografia e os detalhes de sua vida política, religiosa e social. Seu ministério como profeta foi prolongado; e sobre isso, a lista de reis que aparece no começo do livro é evidência suficiente.

Talvez ele assim tenha feito a fim de demonstrar seu respeito à linha legítima e davídica de reis, que governavam em Jerusalém cf. Os líderes religiosos do povo mostraram ser igualmente indignos.

O profeta se casara com uma Jovem que, com a passagem do tempo, mostrou-se infiel. A despeito de toda a sua perversidade, entretanto, e embora seu pecado a tivesse levado a ser a concubina-escrava de outro homem, o profeta a reclamou como sua legítima esposa, e sua atitude para com ela, depois disso, é um belo equilíbrio de amorosa ternura e severo julgamento.

Por isso, o profeta censura severamente toda forma de idolatria. A primeira é o equivalente hebraico do termo amor, usado para referir-se ao amor humano, quer puro ou impuro. A segunda chesed é a palavra traduzida em 2. Também significa "amor de concerto", "amor-concerto", ou seja, o amor ligado ao concerto. A palavra 'ahab é considerada a mais restrita das duas, ao passo que chesed é a mais nobre. Também de acordo com o concerto, era a contínua obediência de Israel a Deus que tornava possível sua existência.

Mas, e se Israel fosse desobediente? Isto nos proporciona a segunda síntese entre a lei e o amor no livro de Oséias. Como te entregaria, ó Israel? Assim, chesed seria a atitude expressa para com o concerto da parte de Deus e de Israel.

Primeiro, o amor é a base do concerto. Segundo, ele é a resposta ao concerto quebrado e à existência continuada de Israel. Terceiro, a "firmeza" ou a "fidelidade" é o elemento central no amor. Mesmo que haja o amor chesed de Deus por Israel, tem de haver um chesed ao Senhor proveniente de Israel. Deus inicia esse amor e Israel, agradecidamente, retribui. Qual é o equilíbrio entre a misericórdia e a justiça? Deus mesmo ocasionaria esse arrependimento requerido por ele É também este elemento que proporciona o pano de fundo para a profecia do novo concerto em Jeremias e o fundamento da esperança messiânica.

O segundo elemento no livro de Oséias é o conhecimento de Deus. Em segundo lugar, tem implicações éticas. Snaith ilustra este segundo ponto quando, ao comentar sobre 4. É pelo amor que o homem percebe a verdadeira essência do seu ser.

Nisto é em nós aperfeiçoado o amor" ARA. De alguma forma, o amor firme de Deus acharia um meio de trazer as pessoas de volta para Ele. Por-te-ia como Zeboim? Contribuições singulares 1. O livro enfatiza o amor matrimonial de Deus Oséias revela uma das imagens mais profundas do amor divino encontrado no Antigo Testamento.

O poder secreto do amor Divino O Profeta e seu casamento falido 1. De conformidade com a Lei de Moisés, Gômer deveria ser apedrejada como prostituta Lv O adultério de Gômer, entretanto, alcançara tamanho grau de baixeza que ela se tornara uma prostituta escrava 3. O Senhor suspendeu o julgamento sobre Israel a fim de revelar aos judeus sua magnânima graça. Apesar de a Lei proibir que a mulher fosse aceita pelo seu primeiro marido, após haver sido repudiada por este, casado outra vez e seu segundo marido haver falecido Dt Ambos também falaram de uma renovada aliança entre o Senhor e o seu povo na futura era messiânica Jr Apesar de guardarem religiosamente os rituais, os judeus praticavam a idolatria.

Banditismo era comum entre o povo e até mesmo os sacerdotes reuniam-se para atacar e assassinar peregrinos no caminho para Siquém 4. Sua hipocrisia era clamorosa. Do mesmo modo que Amós denunciou o sistema depravado dos seus compatriotas, Oséias insistiu com eles mostrando o amor divino da aliança.

Além dos trechos específicos, o Novo Testamento expande o tema do livro — Deus como o marido do seu povo — e diz que Cristo é o marido de sua noiva redimida, a igreja 1Co Oséias enfatiza a mensagem do Novo Testamento a respeito de se conhecer a Deus para se entrar na vida Os 2. Elias Ribas - Teologia em Foco Discussions. Reproduzimos e comentamos as respostas. A maior parte deste artigo baseia-se em livros que foram publicados por editoras maçônicas e que eram muito secretos antigamente.

Finalmente, lembre-se de duas coisas sobre a Maçonaria:. Pedimos que você separe um tempo para ler nossos artigos para que finalmente saiba a verdade de Jesus Cristo, o Deus do Universo, a quem os maçons chamam de "deus inferior" e nunca mencionam em seus ensinos e rituais.

Se alguém estiver interessado em contactar Marquis diretamente, incluímos o endereço dele no início do artigo. Observe que quase todas as respostas de Marquis foram tiradas dos próprios escritos de autores maçons. Usaremos aspas ao citar algum autor maçom. Logicamente, quando Mackey escreveu seu livro, ele era secreto, e estava disponível somente aos maçons Adeptos. McQuaig, My Masonic Friend, pg 1].

Buck, Mystic Masonry, pg , Grau 32]. Jesus sabia que os fariseus e saduceus estavam praticando a feitiçaria que mais tarde veio a ser conhecida como Cabala. Novamente, vemos uma ocorrência em que a Maçonaria é amada pelas pessoas erradas: feiticeiros, satanistas, iluministas, autores de livros de Nova Era possessos por demônios, e líderes de outras sociedades secretas, igualmente possessos por demônios.

Tenha esse fato em mente ao ler os fatos apresentados em seguida. Eles certamente têm! Em outros artigos, também observamos o simbolismo sexual inerente nos escritos maçônicos. Mostramos em seguida o logotipo oficial da OTO, obtido na Internet. Os Olhos Que Tudo Veem observam todos os que entram pelas portas.

Como Hall era ao mesmo tempo rosa-cruz e maçom, queremos mostrar-lhe a Cruz Rosa-Cruz, para que você possa ver as terríveis blasfêmias da Maçonaria. Pessoal, essa é a verdadeira natureza da Maçonaria.

Mais uma vez, a verdadeira natureza satânica da Maçonaria fica bem clara. Doc deixa de dar a devida ênfase aqui. A legenda diz que ele era o 'deus cornífero dos feiticeiros, o sexo encarnado'. Burns, Masonic and Occult Symbols Illustrated]. Contrariamente à crença popular, as mulheres também podem ingressar na Maçonaria.

Existem exemplos de mulheres ocultistas que pertenceram à Maçonaria? Aqui, Marquis deixa de dar a devida a importância dos fatos. Blavatsky foi a fundadora de uma das sociedades secretas mais satânicas que existem! Hitler, particularmente, considerava os ensinos de Blavatsky cruciais para suas doutrinas satânicas, especialmente o tratado que ela escreveu, A Doutrina Secreta.

O holocausto nazista ocorreu em grande parte em decorrência dos ensinos de Blavatsky! Aqui, vemos que ela também pertenceu à Maçonaria. Alice Bailey fundou a editora Lucifer Trust, com o propósito expresso de publicar os livros de Nova Era que seriam escritos em grande quantidade dali para a frente. É ele quem porta a luz? O maligno? Em Daniel Para formar uma ideia de Deus Pike acaba de dizer para seus Adeptos do Trigésimo Grau que podem livre e intencionalmente enganar os maçons de graus mais baixos.

Esses pobres homens devem imaginar que compreendem os símbolos da Maçonaria! Nossa força é assim. É algo muito sério os Protocolos afirmarem que a Maçonaria existe somente para desviar os olhares dos Iluministas. Muitas pessoas tentaram, mas poucas foram ouvidas. Pouco antes de morrer, o Presidente Washington estava bem ciente que o ramo radical da Maçonaria, os Iluministas de Adam Weishaupt, tinha alastrado seu veneno para os EUA.

Stone, expondo como Jefferson estava usando as lojas maçônicas para os propósitos subversivos dos Iluministas. Elas ficaram expostas na Biblioteca da Praça Rittenburg, em Philadelphia. Vivemos em um período alarmante. Após trinta reuniões com os Conselhos, os representantes do mundo maçônico assinaram um documento, cada qual com seu próprio sangue, que seguiriam o Plano de Sete Partes dos Iluministas para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.

Somente os maçons do Trigésimo Grau para cima é que podem conhecer esses segredos. A Imutabilidade de Deus. A infinidade de Deus. A unidade De Deus. Atributos Intelectuais. Atributos Morais. Atributos de Soberania. A Trindade Santa. No velho testamento. No novo testamento. Os Oficiais da Igreja Podem distinguir diferentes classes de oficiais na igreja.

Eles tinham certas qualificações especiais. A Fonte do Poder da Igreja. Origem e Sentido da Palavra Sacramento. Partes Componentes do Sacramento. Nomes de Cristo. Os Ofícios de Cristo. O Reinado Espiritual de Cristo 1. Natureza deste Reinado - O reinado espiritual de Cristo é o Seu governo real sobre o regnum gratiae, isto é, sobre o seu povo ou sua igreja.

A - Pecado Original. A Prova da existência dos Anjos I. A Verdadeira FÉ Salvadora. Observar as seções parenéticas ou hortativas.

Teoria Luterana. Teoria das Alianças. Outros fatores. Classificações dos tipos: Pessoas típicas. A profecia refere-se a três coisas. Leia alguma coisa todos os dias. Defina um plano de leitura.

Memorize alguns versículos. Preparo da Mensagem. O amor de Deus é singular 3. O amor de Deus exige uma entrega. Boas transições de um pensamento a outro. Um exemplo errado: 1. O uso do tempo presente. De tal maneira 2.

Ao mundo 3. O amor de Deus é universal 3. O amor de Deus é sacrificial. Tema: O Significado do arrependimento I. O Ponto de vista das razões que apóiam o tema. O Ponto de Vista das Causas. O Ponto de Vista dos efeitos. Ecl I. A responsabilidade com a Palavra.

A responsabilidade com a Igreja. A responsabilidade com o Testemunho. Tema: Orai sem cessar 1 Ts 5: Um alerta divino :Se viverdes segundo a carne II. Raça eleita II. Imagine esses problemas armados, ameaçando você. Preciso dizer mais? Melhor contar histórias. Melhor relembrar o passado. Escrever as memórias. Selecionei as mais reveladoras. Por exemplo, esta que você vai ler em seguida.

Os gregos, os primeiros filósofos, é que diziam, quatrocentos anos antes de Cristo. Assim você aproveita e deixa de me ver como um boçal, certo? Fiz vestibular para letras e cursei dois anos e meio. Mudei para o curso de direito porque tinha de ganhar a vida.

Dois concursos depois, acabei na polícia. Em resumo, este sou eu. O tranco do destino me empurrou de volta para o teclado. E escrever. Os tiros riscam o silêncio da madrugada chuvosa como raios de luz fria. Um mamífero com polegar opositor, hormônios borbulhantes e o sagrado direito de viver. Entretanto, omitiram os capítulos anteriores da novela macabra. O silêncio é apenas consequência da mais pura e ingênua ignorância — ainda existe esse tipo de ignorância, mesmo que seja a cada dia mais rara.

Em poucas palavras, aconteceu o seguinte. A Lei Seca é a grande novidade nesta noite de sexta-feira. A estreia mais esperada do ano. Para ser franco: um horror. O roto sem documento, com IPVA atrasado, e o esfarrapado fardado. Com a decadência da PM, inclusive salarial, o assalto uniformizado da velha blitz se reduziu à barganha por qualquer merreca, quase uma esmola. Cinco reais. De qualquer maneira, vergonha descreve bem o sentimento de todo mundo. Bastava que ela fizesse direito seu trabalho, quer dizer, bastava que os policiais cumprissem direitinho seu dever.

Manter sempre a cabeça fria, mesmo sob provocações dos inconformados. Escrevi que bastava os policiais cumprirem seu dever. Contudo, no Rio, na PM, nada mais difícil do que isso: cumprir o dever. Pelo amor de Deus, isso é dificílimo, e é esse o grande problema. Os traficantes, por sua vez, vendem drogas ilícitas principalmente em pontos fixos, chamados bocas de fumo.

As autoridades. O fato é que garantir o cumprimento do dever é muito complicado. Primeiro dia é incógnita. Entre policiais e motoristas.

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Todo mundo temia que os estratagemas da blitz convencional se reproduzissem em maior escala, sob a chantagem agora mais eficiente do bafômetro.

Nas polícias, também. Na primeira sexta-feira, imagens e expectativas contraditórias se cruzam. Dois policiais mandam parar uma jovem motorista que passa, em velocidade, rumo à Barra da Tijuca.

A blitz poderia ser falsa? Mesmo verdadeira, a abordagem poderia ser inconveniente, ameaçadora, arriscada, violenta para uma mulher sozinha? Sua autoridade tinha sido atropelada, mas o colega se anteciparia. No mínimo estaria preparado para sinalizar com mais veemência e tomar as medidas cabíveis. Movimenta os braços. O carro acelera. O carro desgovernado se arrasta com violência na mureta lateral até parar. O policial e seu superior, sargento Ramalho, correm até o veículo.

A motorista permanece imóvel. O tiro a atingiu na cabeça. Os documentos. Forçam a porta do lado direito. Invadem o carro. Leem nome e sobrenome. Mexem nos papéis e encontram o título de membro do Instituto de Arquitetos do Brasil. E uma foto em que a vítima sorri entre um homem e uma mulher mais velhos que ela. Por que você atirou?

Você viu Ela passou por mim, porra. Como é que eu? Aponta o fuzil pra assustar o primeiro neguinho intrometido. Fica aí de espantalho. A mureta protege. Atirei na mulher, porra.

Matei a moça. Fica frio. Faz o que eu disse. Passa logo o Nextel. Faz o que eu mandei, cacete. Olha um carro vindo aí, devagarinho. Vai, caralho. Espanta logo a porra do curioso. O movimento é escasso. Os carros reduzem a velocidade para observar o acidente, mas Cardoso é um bom espantalho.

Comunica o suficiente. É melhor. Ele teria de explicar. Nada como a experiência. Ramalho, pede licença ao Firmino. Diz que eu estou pedindo. Cosme ordena que tirem o para-lama e liberem a roda. Manda Ramalho dirigir, seguindo o Honda. A vítima é embrulhada em uma lona que serve para essas emergências e depositada no banco traseiro de seu próprio carro.

Cardoso senta na poltrona do carona, ao lado de Ramalho. Ele preferiria ir no outro carro. Seria melhor se pudesse sumir dali. Mesmo assim, só lhe resta obedecer e acompanhar quietinho o féretro bizarro. Enterrar e desenterrar gente em cemitério clandestino ele sabe fazer.

Encontram-se para o almoço em uma churrascaria da Barra, conforme combinado. Usar a inteligência. Antecipar os próximos passos. A família vai procurar pela moça. O caso vai se tornar manchete. Dirigindo o carro da vítima, Ramalho teria sido flagrado por câmeras nos sinais de trânsito? O almoço é longo, e as deliberações, demoradas. Decidem jogar no colo de traficantes da Rocinha. O foco das atenções policiais e o foco da mídia têm de ser a Rocinha.

A proposta é boa. O consenso é que bastaria levar um membro da vítima. O líder miliciano revela a carta que guarda na manga: a influência que exerce nos mais diversos setores das polícias e da Secretaria de Segurança, além de outros gabinetes governamentais, estaduais e municipais. A visibilidade estaria garantida. Morro, no Rio de Janeiro, é sinônimo de favela. Pelo contraste que ela põe em cena.

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Pela fama. E pela ostensividade: a colmeia de casas abre a boca cheia de dentes sobre o mar e os prédios luxuosos. Batendo nessa tecla, confirma-se o que vem naturalmente à consciência. A família da vítima agradece. A paz volta a reinar. Desde que, é claro, alguns traficantes sejam mortos por conta. O braço da moça e as cinzas demonstram que houve assassinato.

Correspondem ao que os advogados chamam de materialidade do crime. Traficantes mortos em confronto com a polícia confirmam a existência de homicidas. Se dependesse da patente, o sargento mal teria onde cair morto. A ideia era avançar da Zona Oeste da cidade para a Baixada Fluminense: uma cruzada; uma avalanche.

Brindam a isso. Menos sobre quem sabe que é alvo e quem acha que pode levar uma bala perdida na cabeça. O efeito é plenamente alcançado. A equipe do tenente Cosme cava uma sepultura falsa, revolve a terra, mistura-a às cinzas, mergulha nela o membro preservado.

Os comandos das polícias e as secretarias recebem o comunicado nos termos que os milicianos combinaram na churrascaria. Vestígios do corpo seriam encontrados pelos mesmos policiais que os enterraram. O fato seria imediatamente comunicado às autoridades, que fariam a gentileza de compartilhar a notícia com os repórteres.

Ele se chama Jader. Como sempre, sua esposa lhe serve uma caneca de café fresquinho, fumegante. Pelo menos uma, ele pensa.

Uma raridade. Mas muda o comportamento. Até o mais difícil os policiais conseguem. Tudo porque a transa com o policial tem um significado diferente.

A moça se sente protegida, privilegiada, valorizada e acha que vale a pena dar-se de graça para merecer o troco, qualquer dia, qualquer noite. O troco costumava vir. Uma vida arriscada, no fio da navalha. Talvez também por esse motivo essas almas se irmanem. Uma frase assim poderia suscitar interpretações irônicas. Até porque alugar o corpo constitui atividade legalmente autorizada. Mais respeito com as meninas. Relaxar com os amigos significa curtir a camaradagem jocosa e o convívio com as garotas.

Nem sempre se trata de sexo. Beber um pouco com os amigos e as meninas, no ambiente meio onírico, ao som de seu ritmo preferido, se abrindo à vontade, comentando os lances do jogo de vida e morte recém-terminado, sem o apito do juiz, tudo isso é muito bom. Muito reconfortante. No inferninho, sob luz negra, o dialeto policial comanda piadas e suscita afinidades. Para ecumênico benefício de todas as partes.

As garotas seminuas saltitam entre as mesas em que a lealdade é celebrada para além da fronteira das corporações. Policiais assíduos costumam ser convidados para cumprir o delicioso papel de jurado nos concursos de miss.

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Jader era freguês contumaz dos inferninhos de Copacabana e das duas saunas de Ipanema. Ramalho frequentava um estabelecimento semelhante, na Barra. Ou melhor, se viam no Natal, em casamentos e batizados da família.

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Nada mais. Jader era o cara certinho. O babaca, segundo Ramalho. Entre uma bicada e outra no café, a mulher lhe pergunta sobre o sangue na camisa. Ele completa: — Tem uns produtos que tiram qualquer mancha. Ramalho alonga o banho, sem paciência para encarar a mulher. Só faltava essa. Chegar em casa estafado e ainda ter de aguentar a mulher o atormentando.

Nunca vi isso. Você nunca chegou sujo de sangue. O banho continua. A mulher tinha ouvido muitas histórias no passado e muitas outras histórias mais recentes sobre milícias. Coisas horrorosas. Entrou por um ouvido e saiu pelo outro. Era policial. Mas ali, naquela hora, o cheiro do sangue, a presença do sangue, a cor que alarma envenenaram seu espírito. Quando um policial é levado a matar uma pessoa é porque tem de defender a própria vida ou a vida de um inocente.

Conforme manda a lei. Legítima defesa. Ramalho sai do box. A mulher lhe passa a toalha. De quem é? Ramalho fez que sim com a cabeça, sem olhar a mulher, enquanto enxugava os pés. E insiste: — Quem era a pessoa? Novo ou velho? Uns trinta anos. A esposa vai e volta com a xícara cheia.

Era arquiteta. Que desgraça. Agora vê se me deixa em paz. Foi uma noite horrível. Vou ter de acordar às duas da tarde. Tenho compromisso às três. Tenho de recuperar as energias. A mulher sai com a xícara e a toalha molhada. Ramalho veste o pijama e chama a esposa: — Minha filha, escuta. A gente tem de esperar pelos bombeiros. Mas o que é que se vai fazer? Vendo a pessoa ali naquele estado, eu acabei me precipitando.

Você quer que eu seja punido? O gesto foi muito bonito. No fundo, você é um crente. E dos melhores.

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Maria do Carmo sapecou um beijo no marido e saiu satisfeita. Os turnos de trabalho variam. A rotina também. Jader faz um pit stop no banheiro e se arrasta até a cozinha. Ele senta à mesa e espera que ela sirva. Ela prefere assim. Ela puxa conversa: — Maria do Carmo esteve aqui. Trouxe a batedeira que eu emprestei. Jader continua lendo. Disse que Ramalho chegou em casa encharcado de sangue porque arriscou a vida tentando salvar uma arquiteta.

O marido levanta os olhos do jornal e franze o cenho. Ela continua: — A mulher morreu. Jader prepara uma garfada. Glorinha prossegue: — Acho que a Maria do Carmo é complexada.

Ela tem sempre de contar alguma história do Ramalho. Que negócio é esse? Sua responsabilidade é garantir a segurança nas ruas em torno da Fonte da Saudade. Sua viatura deve ser uma referência para os moradores. Foi o que lhe disse o coronel. Ele cumpre. Na véspera foi o que ganhou de presente de uma síndica.

Veio num pratinho com uma latinha de CocaCola. Ela sabe que ele faz regime. Diz que ele tem de se alimentar. Existe homem forte. E assim deve ser um homem de verdade. Principalmente um agente da lei. Jader discorda, mas vai você convencer Glorinha de alguma coisa. A boataria corre. Moram ali parentes de uma moça que sumiu. Desapareceu sem deixar rastro. A família acha que é sequestro, mas ninguém ligou pedindo resgate.

Os porteiros comentam. A síndica vem conversar com Jader. Ele pede detalhes e descobre que se trata de uma jovem solteira, de trinta anos, arquiteta. Jader cumpre a jornada de trabalho. É meia-noite. Em vez de ir para casa, vai à sauna. É a noite de Bianca. A noite que ela reserva para ele.

Religiosamente, se é que o advérbio pode ser aplicado sem ofender o leitor crente. Só que desta vez a prioridade é outra. Cumprimenta uns e outros, beija Bianca na boca, pede uma caipirinha à garçonete e pergunta à turma da confraria pelo coronel Ortega. Ninguém viu Ortega. Ele costuma aparecer. Pensa em pedir o celular dele, mas logo desiste — esse é o tipo de comportamento impróprio, que causaria mal-estar e o faria perder pontos na tabela de confiança da irmandade. O que se vê ali morre ali.

É um direito de todo mundo. O jeito é esperar e torcer para que Ortega chegue logo. Coronel Ortega é subcorregedor da Polícia Militar. Oficial honesto e rigoroso dificilmente bebe com soldado. Talvez beba. A teoria pode ser uma besteira.

Embalado pela caipirinha e pela ansiedade, Jader bebe a segunda. Enfim, Ortega chega. É meio complicada. O coronel faz perguntas. A ideia era contar o que ouviu. Só isso. Em solidariedade à família da moça. Por lealdade à dona Martha, a síndica. Mais do que por considerações legais ou institucionais.

Esse é exatamente o sentimento que nutre pelo concunhado: desprezo. Pois ninguém vai fazer nada contra uma pessoa só porque a despreza. Justamente por isso desprezo difere de ódio. Acontece que uma palavra puxa outra, e a história cresce mais do que devia.

É o que diz ao coronel. Disso ele tem certeza. Carro importado? Casa de praia e barco? Casa própria? Chegou encharcado de sangue em casa. Do outro lado, uma família entra em desespero, porque a moça sumiu. Os parentes procuram nos hospitais e consultam os bombeiros. A polícia promete investigar. Nem à polícia, nem aos bombeiros, nem a algum hospital? O subcorregedor toma seu Campari em silêncio, enrolando nos dedos o guardanapo de papel e mastigando amendoim.

Depois mexe com o polegar e o indicador o anel de ouro que enfeita o dedo mindinho esquerdo. Jader intui que o silêncio prenuncia mudança de marés. Nada a ver com duvidar da masculinidade do sujeito. Analisando o subcorregedor, pondera e conclui que nenhuma regra deve ser aplicada sempre, sem exceções, sem respeito às particularidades de cada caso.

Nem as leis, nem as normas que ele mesmo inventa para governar sua vida. Teme que o superior perceba. Um lado, depois o outro. Quer abraçar o coronel. Tinha tomado um Viagra — azulzinho, para os íntimos — quando estacionou o carro. Gosta de entrar na sauna prevenido contra acidentes de percurso, comuns na sua idade. Soa meio demagógico e retórico, mas é o que pensa o coronel.

Ele é assim, meio demagógico e retórico. Mesmo sozinho, consultando a consciência, ele diz essas coisas. Tem orgulho de ser desse jeito, ultrapassado, fora de moda, duro, patriota e honesto. O Passat é a joia de seu tesouro. É o que pensa o subcorregedor da PM. Ainda no carro, telefona para seu auxiliar mais próximo. Quer que o major o busque pessoalmente e o conduza à corregedoria.

Ramalho desperta com a campainha da porta tocando em coro com o interfone. Enquanto transitava do sono para a vigília, Ramalho supôs que tivesse perdido a hora e que seus companheiros o estivessem chamando.

Ao amanhecer, conduziriam as cinzas e o membro preservado até a mata próxima à Rocinha. As tarefas, devidamente distribuídas. Ainda eram 2h A porta quase vem abaixo.

As crianças começam a chorar. Respira fundo. Tenta raciocinar. Veste as calças e junta as armas que sempre mantém ao lado da cama. O barulho obstrui o caminho dos neurônios. Nenhuma ideia fecha seu ciclo.

Imagens e hipóteses se desmancham antes de ganhar forma e substância. Para quem telefonar? Carneiro o tranquiliza: — O que é isso, sargento? Somos da corregedoria. Ramalho, imóvel, sente a noite desabar. Esperava tudo, menos isso. Os policiais revistam Ramalho.

Ele é escoltado até a viatura. Carneiro avalia que é mais seguro ele mesmo ligar e tranquilizar Maria do Carmo. Ramalho chega à corregedoria bem antes da luz do dia. Insistem até o coronel ouvir e autorizar a entrada do major. Escuta em silêncio e, finalmente, manda que os seguranças tragam Ramalho. Presta continência ao superior. Ortega senta-se, pede aos policiais que se retirem e fica sozinho com Carneiro e o depoente. Ramalho permanece calado.

Ramalho se refugia de novo no silêncio. Por quê? Qual é a história, sargento? Ramalho pensa em sacrificar Cardoso. Entregar o companheiro. Mas de que adiantaria? O assunto tinha assumido proporções maiores do que qualquer um dos policiais presentes na churrascaria poderia conceber. Ramalho escolhe um caminho de defesa: — Coronel, custei a entender do que o senhor estava falando.

Agora entendi. Sei que uma arquiteta desapareceu. Mas imagino o motivo desse mal-entendido. Ela fica apavorada quando vê sangue na farda. Mas era uma mancha pequena de um cachorro que atropelei. Ela deve ter falado do sangue e do medo que tem de que eu morra. Aumentado muito. Com todo respeito. Aposto que aconteceu o seguinte O soldado Jader, que me odeia, deve ter dado um jeito de trazer aqui para a corregedoria uma história bem grotesca, juntando a manchinha de sangue que tinha virado um derrame à notícia do desaparecimento dessa mulher.

Nem sei por que o Jader me odeia tanto. É por agir desse jeito que ele arranjou tantos inimigos. Sua esposa conversa com muita gente, sargento. Que tenhas uma adolescência normal! Acredito: o que conta nos movimentos sociais é o que fazemos com eles. Falo do princípio da igualdade que, ainda que constitucional, é facilmente desarmado pela oligarquia heterossexual, machista e conservadora que conseguiu convencer o Governo a deixar de considerar os casais do mesmo sexo na proposta de lei contra a violência de doméstica.

Além disto, testou a vitalidade das chefias miliares, que por iniciativa própria mudou durante este ano. Foram os casos do vice-marechal Ri Yong-ho e do antigo ministro da Defesa, Kim Jong-gak, ambos considerados da chamada velha-guarda. Este pequeno toque de novidade, contudo, foi só um passo para que Kim Jong-un deixe uma garantia: é um líder com vontade própria, legítimo e que honra a linhagem a que pertence. Isto quer dizer que mais do que um desafio à ordem internacional, o lançamento do foguete foi um sinal interno.

Pyongyang anunciou dois dias antes do lançamento do foguete que iria prolongar o prazo previsto para o colocar em órbita até dia No entanto, acabou por fazê-lo em muito menos tempo. Talvez para desviar as atenções que iriam recair sobre o país. Quanto às críticas, parecem ser o mal menor de todo o processo. É sabido que a Coreia do Norte possui foguetes de curto e médio alcance. Quanto aos ensaios para testar foguetes de longo alcance — o caso recente — fracassaram sempre , , e Por este andar, sim.

A visada exerceu o seu direito e, sentindo-se ofendida, agiu judicialmente. Todos, jornais obviamente incluídos, têm de respeitar a ordem jurídica. O que é preocupante é que haja muito boa gente que vê lacunas legais em todo o lado e parece entender que a lei devia regular tudo e mais alguma coisa, sem deixar qualquer espaço em branco.

É de fugir dela como diabo da cruz. Pode tratar-se apenas de um mero discurso populista em busca de uma legitimidade perdida; mas aceito que, a verificar-se, seja uma base mais firme para o salto modernista. O complexo administrativo especial é mouco a perguntas que tais, olha de viés a quem as faz e recorda, persistentemente, que vivemos num ambiente de liberdade de pensamento condicionada às conveniências sociais.

É o tal complexo administrativo especial que a gente tem…. A volta vai longa para quê? A resiliência como filosofia política estica a corda dos novos modelos económicos, enrolando o regime no novelo dos seus próprios fantasmas.

O desafio é o de mudar tudo o que é bom e faz crescer, fazendo com que tudo o resto fique na mesma. Os filósofos que emergiram do obscurantismo chamar-lhe-iam a tese da impossibilidade.

Verdade: a filosofia pós-moderna sabe que dois corpos ocupam o mesmo espaço, mas é incapaz de explicar essa realidade microscópica com coerência científica. Consequência: abandonou-se a busca da verdade, concentrando o conforto intelectual na ética relacional.

Muito me surpreenderia que o Partido Comunista Chinês confie numa tese que contraria os seus próprios pressupostos — e nunca se verificou na História. Estou certo de que houve suspiros de alívio por parte daqueles que foram obrigados a manterem-se acordados, incluindo jornalistas e muitos dirigentes do Governo que nem sequer se pronunciaram.

Pelo menos as novelas de Hong Kong têm momentos de suspense. Porque motivo estariam em frente ao écran? Ou talvez para ouvir Chui Sai Peng, primo de Chui Sai On, queixar-se de que a qualidade da caligrafia dos jovens de Macau se deteriorou?

Parecia que os legisladores estavam mais interessados em fazer perguntas que os ajudassem a ser reeleitos no próximo ano do que em realmente obter respostas. É uma crítica injusta e de fontes mal-intencionadas. Morar no Leal Senado é hoje uma prova de resistência a um agastar físico e psicológico que consome todos os dias.

Aqui o tempo envelhece mais depressa. Macau pode ser plataforma, ponte, o que quiserem — mas tem de ser sobretudo aquilo que começa e acaba aqui, que o resto é passagem. Qual a melhor fórmula para se promover o desenvolvimento socioeconómico, sobretudo nos países menos desenvolvidos? Quais as políticas estruturais que permitem tirar mais pessoas da pobreza?

Os consensos sobre o desenvolvimento socioeconómico têm-se sucedido ao longo dos anos, seguindo os exemplos dos países que apresentam os melhores índices de crescimento económico.

Comprei o discurso de Macau como plataforma cultural e de negócios entre a China e os países lusófonos no primeiro dia em que o ouvi.

No mesmo documento, dava-se conta de um aumento dos casos investigados, entre e Nesse período, foram investigados processos. É uma verdadeira roda-viva, entra e sai, todos sabem disso. Querem mais plataformas do que estas? Os sistemas políticos que dominaram o século XX foram marcados por estas ideologias que se confrontaram violentamente na economia e na guerra e, internamente, ocorreu também a luta entre as democracias e os autoritarismos, independentemente da sua origem filosófica.

Estes confrontos ideológicos criaram regimes que se confrontaram e alguns foram caindo fascismos, nacional-socialismo, comunismos. As superpotências nascidas da II Grande Guerra EUA e URSS protagonizaram esta luta em todos os campos da vida social, criando redes de aliados político-económico-militares que lhes permitissem aumentar o seu poder.

Era também a queda do comunismo, para muitos imprevisível. Foi o momento da grande vitória da economia de mercado em que se baseavam as democracias e estas foram-se expandindo por todo o mundo. Alerta premonitório do que veio a ocorrer. Têm mais poderes que muitos Estados. Alguns protegeram-se com cuidado. Outros foram gastando sempre à custa de um endividamento que atingiu o limite e foram arrastados pela crise de nos EUA. Chegou o Outono do capitalismo histórico e o final da teoria que os mercados se auto-regulavam.

Mais uma grande ideologia chegou ao fim com grande violência. Foi uma crise criada pela arrogância e pela ganância ilimitada. As vítimas deste confronto secular das ideologias contam-se por centenas de milhões e agora algo de novo tem de ser criado. A estrutura mundial do poder alterou-se, as regras da economia de mercado têm de ser mais firmes e acompanhadas.

A UE pode desaparecer e mais desastres podem chegar. Nações históricas como Portugal podem desaparecer;…. Depois, tudo pode acontecer e Portugal pode entrar no seu Titanic. No meio de tantos problemas e fraquezas ainda temos grandes virtualidades e potencialidades.

Reforçaram-se as urgências, com o hospital da MUST, e as pessoas — abusadoras — continuam a fazer fila. Malandros hipocondríacos. Para uma pessoa ser logo atendida é preciso que se faça um grande investimento. Vamos alargar infinitamente os serviços? Aceito que se queira defender das acusações dos deputados e afirmar a qualidade dos serviços. Faz parte da retórica desonesta dos políticos. Porque afinal, o que qualquer pessoa quer fazer num dia de folga é ir enfiar-se no médico.

Ainda por cima, sabendo nós das instalações de ponta, gratuitas e abundantes, que existem em Macau. Recorde-se o relatório do Comissariado de Auditoria CA do ano passado que criticou duramente o planeamento que estava a ser feito dos recursos do corpo médico, a longo prazo.

Admito que foi uma negligência, falta de experiência no planeamento. Um ano depois, os doentes continuam a ter de esperar para obter uma consulta de despistagem de cancro.

A diferença é que agora Lei Chin Ion vai receber uma medalha. Isto é, com o respeito pelos direitos humanos, pela igualdade e pelo Estado de Direito. A comunidade portuguesa tem de assumir alguma responsabilidade por este estado de coisas. É o que vale a crença ocidental nos direitos humanos. A quem pertence? Tem garantias de acabamento ou corre o risco de ficar para mato, oficina, armazém, depósito de chaços e da mais variada quinquilharia? É muito zelo para um homem só, que cada vez tem mais de que cuidar.

Eu também acredito. Macau é mesmo assim. Sinceramente, prefiro isso à hipocrisia. Haja coerência! É que isso existe, toda a gente sabe, e é grave. É verdade que, como a Alemanha, os americanos andam a financiar-se a zero por cento. E o fim caótico do euro nos próximos meses seria o óbito político de Obama, ele que é adorado pelos europeus. Ironias da vida.

Por isso, a zona euro começa a ser um cemitério económico. Eles têm o dinheiro para inverter a mensagem dos credores. Mas quem decide é quem paga. E quem paga é a Alemanha. A Alemanha tem de decidir. Com enormes custos a dividir por todos. Assim sendo, infelizmente, até à Primavera de seguiremos com a estratégia de anunciar muita coisa e fazer bem pouco.

Todos perdem. Diziam uns senhores muito sapientes que a crise do euro era planeada pelos americanos para salvar a economia deles. Nunca se percebeu muito bem como é que um euro fraco e um dólar forte ajudavam a economia deles pois, como seria de esperar, o dólar forte acabou com as exportações e aumentou as importações.

Porque a crise do euro é um problema também para eles. A choldra é o novo One Central. É que à medida que o custo ao dia por recluso foi subindo — de e tal patacas, em , para em entrou algum inquilino novo?

Quase zero. É por isso que ouvi-los, por vezes, torna-se penoso. Mas, mesmo assim, foi pouco. Muito pouco. No moderno mundo dos nossos dias, o tópico ambiente constitui um verdadeiro lugar comum na linguagem urbana e cosmopolita de todos nós. O materialismo antropocêntrico que comandou o comportamento do homem do século XX, impeliu o novo homem do século XXI a alterar o paradigma, adquirindo o que hoje se apelida de consciência verde.

Urge, pois, perder a timidez e agir, estimulando a sustentabilidade e contribuindo para uma economia mais verde, mas acima de tudo mais competitiva e eficaz. Voltemos ao ambiente… Afinal, o que é que se passa? Mas agora por motivos diferentes. Cerca de 70 por cento das receitas brutas do jogo dependem do esquema de fichas mortas, empréstimos megalómanos e cobranças difíceis.

Imagine-se um tigre que gosta de morder. A triste realidade é que o que destrói a harmonia familiar é exactamente a violência doméstica. As vítimas acabam mesmo por desistir da queixa, mesmo quando inicialmente a apresentaram na polícia. Deste forma, os agressores acabam sempre por safar-se. A segurança das vítimas é muito importante, mas para isso também é preciso responsabilizar os agressor. Destaque: A triste realidade é que o que destrói a harmonia familiar é exactamente a violência doméstica.

Como quando se afirma sem pudores que o que se deseja é um trabalho que pague bem e exija pouco. Ou que as profissões tradicionais ficam bem é no museu. Mas toda a gente tem os seus limites e eu estabeleço o meu na dignidade humana — em particular quando sofre atentados vindos da boca de deputados.

Ouvem-se coisas que na Europa a realidade que melhor conheço para fazer comparações davam azo a reacções inflamadas. A controvérsia resulta de diversos factores, desde logo, da incerteza acerca da origem dos corpos. Outros preceitos legais protegem a dignidade da vida e o respeito devido aos mortos. A origem dos corpos e o livre consentimento de quem os doa à ciência é apenas um deles. Dos outros nos ocuparemos nas próximas semanas.

Muitas vezes, o que é preciso é ter certezas. Se encalhamos nas fronteiras? O eu, inevitavelmente, com o seu outro, constituidor. A identidade e a alteridade. A semelhança e a diferença. Que tudo se repete igual até à margem das coisas, onde se transforma ao toque, dilui, e propaga as suas ondas. Nos contratos entre profissionais as partes favorecem um regime legal transparente e previsível. Naquele caso, era do vinho.

Ele estava entre aqueles homens trabalhadores e respeitados que quando bebia desgraçava-se. Era vê-lo a cambalear à saída do café, ao desafio com o mundo e diminuído nas calças da humilhante teimosia de subir para a mota. Hoje vai haver ralho em casa, comentava-se na rua, transformada num coro que assistia de braços cruzados à tragédia. A sociedade tem o dever moral de censurar a violência e resulta do mais enraizado dos preconceitos aceitar que a que é cometida entre casais dói menos do que a outra.

E que prezam a simplicidade das coisas, das almoçaradas , dos momentos, das amizades, das relações profissionais.

Que ficam pesarosos, como se de um familiar se tratasse, com o falecimento de um seu semelhante que aqui veio ganhar a vida e tragicamente a perdeu. Generoso para quem com ela o é. Tinha menos terra. Hoje em dia, chegam — e ainda bem que chegam! Do partido A, B ou C. Escrevam eles sobre Camões, Copérnico ou Jesus Cristo. Sobre la pluie et le beau temps. A filosofia subjacente ao Plano Marshall — alavanca da economia e do Estado Social, no pós-guerra — é clara no combate à austeridade bruta.

Porque essa paralisa a economia, extrema o sofrimento, radicaliza a política e potencia as grandes guerras. Os homens livres chamaram-lhe Idade Média, século das trevas; o neoliberalismo radical chama-lhe ética financeira.

Traduza-se: o povo que pague as culpas de quem esticou a corda virtual, vendendo activos tóxicos até exaurir a liquidez. Ui, ui… Que medo!

Lembram-se do que aconteceu? A burguesia queria mercados, consumo, crédito, crescimento económico. Lembram-se quem eram?

A actual ética radical protestante, que pisa no sofrimento e paralisa a roda da vida, carrega em si mesma os limites no qual se entrincheira: cheira a pobre, acelera a História, desafia as leis do universo social e político. Ai, ai… Eu teria.

A história escreve-se desde , com bandas mais e menos experientes, de Macau ou de paragens além-fronteiras. O arranque esteve a cargo de uns esforçados e quase sempre competentes Downer, de Hong Kong, que soavam a uma espécie de Radiohead. Depois, foi a vez dos locais Forget the G. Da sua guitarra saem acordes vigorosos, que se prolongam nas teclas da menina Frog. Sim, fantasmas. Tendo em conta tudo isto, vale a pena dizer que a banda vai estar novamente em concerto, no próximo mês de Dezembro, no Tap Seac.

Toca a baixar ou, pelo menos, ouvir. Vale o esforço e é por cento Macau. Seria um sinal simbólico e de respeito para com Luís Carreira.

Atendendo à genealogia das reformas económicas encetadas por Deng, inspiradas em grande parte no modelo de Singapura, é de admitir que a nível político os limites sejam estabelecidos por osmose com o autoritarismo flexível vigente naquela cidade-Estado.

XV, a China nunca foi uma potência dos mares. Numa altura em que os EUA anunciam o regresso ao Pacífico, resta saber, como defendia Hillary Clinton, se aquele Oceano é suficientemente grande para as duas potências.

Ele é jornalistas, ele é conselheiros de bairro. Isto, claro, digo eu, que só sei que nada sei e que pouco pude saber junto da polícia. Custa a acreditar que o conselheiro de bairro de Hong Kong esteja envolvido no crime organizado. Ou a assistente social de Hong Kong que quis vir ao território a 1 de Outubro de Nenhuma esteve envolvida em acções violentas ou tem registo criminal.

Como pessoa, como democrata, como residente de Macau e como jornalista, isto preocupa-me. É tempo de preocupar mais gente. Num contexto institucional mais exigente do que o de Macau, este momento constituiria uma oportunidade para clarificar e pesar as reais prioridades do Governo e fazer balanço dos resultados alcançados ao longo do ano. Mas, aqui, as disposições institucionais asseguram que o Chefe do Executivo é poupado a perguntas difíceis. Ocasionalmente, vozes daquilo a que podemos chamar sociedade civil conseguem colocar um ou outro tema na agenda.

Os dados mais recentes mostram que a mediana salarial é de 11 mil patacas. Suponhamos que um casal, ambos os membros com rendimentos neste montante, pretende baixar casa. Que tipo de casa consegue baixar? Podem, nestas condições suportar um empréstimo de 2,45 milhões de patacas. O actual nível médio de preços permite-lhes adquirir um apartamento de 47 metros quadrados.

A sério? Por isso, talvez o tal programa especial devesse apostar mais na qualidade do que na quantidade. Vivemos tempos esplêndidos. Nada contra para uma resposta às chamadas aspirações da classe média local — recentemente enquadrada por nível de rendimentos, entre as 12 mil e as 75 mil patacas. A experiência diz-nos que é sempre possível somar, e praticamente impossível subtrair sem conflitos.

Dizem-me que isso de a Grande Muralha poder ser vista a olho nu da lua é um embuste. Acredito que foi apenas um desacerto que o tempo, o grande conciliador dos desentendidos, tratou de aclarar. Chama-se Great Firewall, a monumental polícia da Internet e principal frente de patrulha da censura aqui ao lado. É esta a muralha que destaco das minhas curtas vivências da China. Esta era oficial e nas parangonas da imprensa local e estrangeira usava-se o concerto dos Noise Conspiracy para enaltecer a maior abertura do país.

Eles também. Era, afinal, um castigo e a censura mostrava os seus requintes. Voltei a acreditar na maior abertura da China quando vi agora o partido a estender a carpete vermelha aos quase dois mil jornalistas estrangeiros inscritos para cobrir o Congresso. Depois, sem embargo da surpreendente espontaneidade da assistência, nem todos estavam sintonizados a debatê-lo com o mesmo grau de sensibilidade.

Afinal, era a primeira vez que se organizava uma coisa destas.

PRECISO DE MÚSICAS GOSPEL, BONITAS PARA CANTAR ME AJUDEM VALE 10 PONTOS?

Contudo gostaria de compartilhar com todos algumas ideias. O ponto de partida nesta busca da sua identidade, é sempre o Macaense inserido na sua Comunidade. O primeiro diz respeito ao seu apego a Macau. O Macaense pertence assim a Macau, com todas as características humanas e culturais, compromissos e contradições, através da qual vive a portugalidade. É essa empatia que faz com que todos, falando línguas diferentes, nos comuniquemos numa mesma linguagem, com um comum código de valores e de crenças.

Talvez porque nunca se deram ao trabalho de comungar desta empatia, de despirem das suas origens e aceitarem a Comunidade tal qual como ela é, com todos as suas virtudes e defeitos. Um percurso de autocarro eléctrico a título experimental? Qual é o receio? Basta querer. Fico contente com estes milhões. Que sejam bem gastos.

Marques e A. Só pode ser sinal de bom agouro porque Zhu morreu feliz e a História sabe dele. O estrangeiro é alto, danado. Danado de bonito, é o estrangeiro. Quando chegou o dia, pôs de lado aquele mesmo fato de sempre, escuro, bem engomado e comprado na melhor casa de fraques na terra natal. A mala de viagem, de couro e formato rectangular, estava pronta. Ordos andava entediada com mais um daqueles dias quentes de Julho.

A cidade, no sul da Mongólia Interior, tem quase tudo. O rio Amarelo a norte, o deserto de Ordos a sul. É uma cidade composta, com bairros residenciais, jardins, universidades, escolas e hospitais. Hoje, estéril e praticamente desabitada, é aqui que se encontra o mais moderno distrito fantasma do país. As ordens eram claras. Nesse dia, o nosso estrangeiro seria um especialista de vinhos, acabadinho de chegar da Europa para explicar àquela gente a fineza do vinho.

Ordos precisava deles. Ordos precisava de quem olhasse para ela. Fez treze horas de estrada na companhia de umas meninas louras, de altura russa e ar desconfiado. Também seguia um trio masculino de pele morena, que o nosso estrangeiro reconheceu, de imediato, das noites do Salsa Caribe, um bar de Pequim.

Ordos continuava muda e indiferente. À frente do mausoléu de Genghis Khan, o estrangeiro voltou a sentir aquele tique do sobrolho direito. Especialista de vinhos? Que pensaria Khan de tudo isto?

Tanto esforço na conquista de um império, que agora estava prestes a ser reconquistado por um estrangeiro engravatado. Ainda por cima europeu, fluente no mandarim e com ligações à capital. Nesses momentos, pensava no fraque.

Sim, o fraque dava-lhe segurança nestas coisas do aparecer. Afinal de contas, quem é que ali percebia de vinhos? Nem o próprio. E por isso passou a noite a vasculhar a Wikipedia. Ordos amanheceu com luz e uma fina camada de poeira no ar. O Ocidente estava ali, em Ordos. As meninas louras passeavam de bandeja e brindavam ao negócio com taças cheias. Ao deserto de Ordos começaram a chegar as tropas de Genghis Khan. Os tropas, de pele morena, assobiavam sons cubanos enquanto libertavam os cavalos de batalha dos arreios pesados.

Genghis Khan ajoelhou-se à frente do mausoléu do nosso estrangeiro e agradeceu a boa colheita desse ano. Logo se recompôs-se, surgindo com outra chama na Praia Grande.

Politicamente, foi igual a si próprio. Quem esperava outra filosofia, pode esperar sentado. Como quem sente falta de amor e reage a querer dar. Resultado: agora é preciso mostrar a energia do fazer. Ontem foi dia de dizer; é esperar para ver. Vem aí mais gente. Mas sobre isso, um punhado de nada. Ponderar, estudar, pensar… E essa é a terminologia que alimenta o engodo. O povo comporta-se como as crianças. E, essa, continua a escassear. Acredito nisso. É só uma circunstância… Pouco científica.

E limitativa, para quem tem o dever de decidir. As 19 mil casas foram primeiro prometidas em E quando Fernando Chui Sai On tomou posse como Chefe do Executivo, em , confirmou que estas que seriam concluídas em Porém, esse compromisso foi desde o primeiro dia recebido com cepticismo. E deve ser muito irritante para o Governo ser confrontado com a prova de que estava errado.

Infelizmente, o mau exemplo veio precisamente do Governo. Porque isso, associado às enormes receitas que o governo tem disponível, pode levar a decisões desastrosas. Sem o devido planeamento, até mesmo as melhores intenções podem fazer com que tiro saia pela culatra. Comparava-o ao Vaticano, na arte de se reciclar, sobrevivendo à morte anunciada pelas profecias laicas.

Para quem vem acelerou a 14,5, em … é o inferno. Weng Jiabao, primeiro-ministro durante dez anos, geriu o que havia, surgindo à despedida como arauto da reforma. Oiço frequentemente da boca de muitos académicos e estudiosos falarem de Identidade.

Tive que convocar o meu grupo de amigos a pedir conselhos e ideias. Como estou entre a malta, é em jeito de conversa que vou procurar dizer o que me vem na cabeça.

Prometo ser o menos sentimental possível. Vou tentar. Mas todos se dizem macaenses. Apenas lhe disse que somos mestiços por natureza. De facto, que mais podia eu dizer? O macaense até pode nascer fora de Macau, mas ele encontra-se inelutavelmente ligado a esta terra, quer por laços sanguíneos, quer por qualquer circunstância que evoque sentimentos fortes de pertença a um mundo enraizado em Macau.

O macaense fala as três línguas ao mesmo tempo. Depois de sair da missa pode ir ter ao mestre fung-soi ou, se precisar, ir ao bate-cabeça no templo chinês para desejar as boas vindos do ano Novo Chinês. Fala um português que é uma incredulidade na língua de Camões, mas que faz perfeito sentido em cantonense. Estar na malta é estar num mundo destes. É deste caldo que nasce uma identidade própria que se move, ora para o lado português, ora para o chinês, mas que em si é irredutível e inconfundível.

Somos mesquinhos e temos reumatismo nos cotovelos. Andamos à porrada à primeira oportunidade. Apesar disso tudo, orgulho-me em ser macaense. Somos o mais genuíno produto do encontro de duas civilizações enormes, e só podíamos ser mesmo assim, muito grandes.

Custa assim tanto? Basta vontade e profissionalismo. Toca a dar essa stickada na crise! No entanto, Sereno conta com uma enorme benesse, que deve saber aproveitar: vem ocupar o lugar de Cansado de Carvalho.

Cansado de Carvalho nunca deu uma entrevista e mostrou-se indisponível para o fazer mesmo depois de abandonar o cargo. O que se deseja de Vítor Sereno — além da honestidade que devia ser inerente ao cargo — é que comece, pelo menos, a falar com a comunidade que serve. Esperemos que a estadia em Macau se revele bem-sucedida. Estas palavras poderiam facilmente ter sido proferidas em referência ao sistema económico do Ocidente após a crise de Uns largos 85 por cento deles pretendem educar os seus filhos fora da China.

Estes indivíduos ricos têm 19 por cento dos seus bens fora do país, aponta a Hurun Report. O Nevada aprovou confiantemente que alguns dos titulares das suas licenças de jogo tivessem investimentos nos casinos de Macau.

O que levanta questões nos planos da legalidade, da decência e da honestidade. Foi nele que pensei quando comecei a alinhavar este texto sobre o Professor Agostinho Caetano. Dito isto, adiante. O Professor Agostinho foi ao longo destes dois anos um referencial humano. Ninguém é maior que um clube, como ninguém é maior que um jornal ou que muitos projectos de outra natureza. As pessoas passam, os legados ficam e a caravana segue. Um treinador bom é difícil de encontrar.

Um homem bom, como o Professor, ainda mais. O poder é por si só sedutor. A luta é feroz e promete deixar mortos e feridos. Tudo entronca no grupo, na comunidade, na cidade, enquanto fonte de desenvolvimento pessoal. A cidade humanista desapareceu, foi varrida pela pressa, pela grosseria, pela falta da mais elementar cortesia, pelos homo ignarus que por aí pululam, a que se juntam muitos dos que nos visitam, atravessando fora das passadeiras, arrastando malas em plena rua.

Porque de respeito pelos outros e pelas instituições se trata. Bom, falando a verdade, é mais um ratinho e manifesta-se só numa ou noutra barriga. Sempre acalma o estômago e nada é melhor do que ver um deputado a falar de barriga cheia de uma lei. Gostava que o lessem antes de dizerem chau a mim. Do outro lado do espelho o jovem Sérgio Perez propõe o conceito maquista — ou macaísta — bem mais promissor e futurista. No fundo, defende uma comunidade multilingue, multicultural e multiétnica como verdadeira essência da alma macaense.

Quanto à língua, sejamos claros. E para todos deve ser entendida como uma mais-valia política e económica. Como os macaenses devem ensinar aos seus o português, ouvindo o alerta lançado por Anabela Ritchie.

No início de século XXI, compele-me o desejo criativo de assimilar estes dois universos e incentivar que se teçam tapetes individuais de trans-textualismo disléxico e complexo…. Mas serviu de pouco: a seguir houve mais alguns alinhamentos obstruídos por edifícios muito altos.

Actualmente, existe outro eixo importante sob ameaça de enrolhamento: a Avenida D. Assim o diz a planta de Alinhamento oficial. Em Hong Kong existe o Peak que, soberano, resiste a qualquer paliteiro eriçado: E a cidade cedo percebeu que podia desafiar o céu. Perante isto, pede-se alguma pro-actividade e menos fatalismo. Se Portugal é a nossa casa, podemos sempre regressar. O novo é bom, o desafio faz-nos melhores. Portanto, gostaria de nomear temas que me parecem merecedores de abordagens mais claras nas LAG.

Chegou a hora de fazer um debate fundamentado sobre a forma como a economia pode evoluir e quais os seus efeitos em termos da força de trabalho e das políticas adequadas para minimizar os seus impactos negativos sobre a economia, a cidade e a sociedade. O Governo deve antecipar as necessidades da economia e os fluxos populacionais. Impõem-se políticas que reduzam as distorções no mercado. Isso é um negócio ou um investimento pessoal, que é legítimo. Finalmente, a eficiência e confiança do Governo devem ser avaliadas.

Um reconhecimento destes problemas na Assembleia Legislativa seria um começo. Outros assuntos poderiam ser trazidos à tona, mas os tópicos que foram descritos parecem ser mais urgentes.